21.02.2017

10 Coisas Para Fazer no Carnaval Se Você Não Vai Cair na Folia

Sempre fui de fases, num eterno ciclo de vai e vem, e se 10 anos atrás pulava os 5 dias de carnaval querendo mais, nos últimos anos não tenho me animado, sabe? Mas, como, por aqui, é um “feriado” mais longo, porque a festa começa praticamente amanhã e só acaba na próxima quarta, já organizei várias coisas para fazer no carnaval ao invés de cair na folia!

Adoro o carnaval de Salvador, mas vivi tanto aquilo que cansei um pouco. Tenho vontade de experimentar uma coisa mais light, tipo os bloquinhos com fantasias divertidas e muita maquiagem, coisa que nunca vivi por aqui, ou então conhecer o carnaval e Olinda e o do Rio, mas esse ano tô no meio de várias mudanças e não me programei, então fica pro próximo, né?

10 Coisas para fazer no carnaval e aproveitar bem o feriado!

coisas para fazer no carnaval juro valendo

Olha só a minha listinha do que fazer nos próximos dias:

1. Organizar o escritório

Ainda não falei disso por aqui, mas quem acompanha lá no Instagram sabe que transformei meu quarto em um escritório, ou seja, nesse momento eu não tenho mais quarto! hahaha

Mas, em compensação, ganhei um lugar só pra trabalhar e gravar vídeos, e eu precisava disso, porque sou metódica e só consigo fazer as coisas direito com tudo organizadinho, sabe? Então, vou aproveitar os próximos dias pra planejar direitinho tudo o que preciso fazer nesse espaço, como vou adaptar os móveis, o que vai sair, o que vai ficar e coisas do tipo.

Porque aí, na quarta-feira de cinzas, quando o ano finalmente começar, tudo estará encaminhado! rs

2. Baixar a Marie Kondo

Lógico que com essa história de transformar quarto em escritório vou me desfazer de muitas coisas, né? Então, vou baixar a Marie Kondo aqui por uns dias, reanalisar tudo o que tem nos armários, nas gavetas e nas prateleiras,  e ficar só com o que é necessário e, mais que isso, com o que me faz feliz.

Já fiz isso outra vez (veja nesse post) e tirei sacos de coisas, mas faxina e organização nunca são demais, tá?

3.  Fazer a limpa nos livros

Livro é a coisa que mais compro na vida, e sim, muitas vezes compro pela capa, e aí acabo tendo em casa livros que não amo, e se tem uma coisa que não quero mais em minha vida é ter o que não amo, então preciso liberar essa energia aí e abrir espaço pra livros novos e incríveis entrarem.

coisas para fazer no carnaval juro valendo

4. Organizar os cosméticos

Meu armário, que é grande, ganhou um espaço enorme só para as coisas do blog, que quero organizar direitinho com os recebidos, os que já testei e amei, os que testei e não gostei e os que vão para os desapegos, mas tudo por categorias, tipo assim: uma área só com máscaras de cabelo, com divisórias (ou cestinhas) para cada tipo de máscara e por aí vai, porque assim fica mais fácil ver tudo o que tem aqui e trabalhar melhor esse acervo, inclusive em vídeos.

5. Organizar as maquiagens

Eu sei exatamente o tipo de maquiagem que gosto, o que realmente uso, e por mais que receba coisas incríveis, não vejo sentido em ocupar espaço com algo que, definitivamente, “não sou eu”, sabe? Pretendo ficar com apenas uma gaveta de maquiagem (nesse momento são 3), com as coisas que uso muito, colocar outros itens que acho interessantes, mas que não são a minha cara, no acervo pra fazer posts ou vídeos específicos, e desapegar do restante.

6. Consultoria de imagem

Tá aí uma coisa que queria fazer faz tempo, mas nunca encontrei ninguém aqui que fizesse e também não conseguia me programar pra me deslocar e fazer isso fora, sabe? Por sorte, uma amiga minha de anos vai ficar 3 dias por aqui nesse feriado e combinamos de fazer isso!

Tô muito empolgada pra fazer a análise cromática, porque, na minha cabeça, só fico bem de preto, branco, bege, dourado e aquela cartela dos neutros (caramelo, marrom frio, etc), então só tenho peças dessas cores, é raro que compre algo de outros tons. Ah, e a análise cromática não vale só pra roupas, mas também pra maquiagem, cabelo, acessórios e tudo o mais.

Além disso, quero um armário com peças mais “curingas”, que combinem entre si, que funcionem bem em diversas situações e ambientes, e que sejam, ao mesmo tempo, clássicas e atuais, sabe? Tô animada!

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7. Organizar  minha vida virtual e minha papelada

Gente, tenho mais de 1000 comentários pra responder só aqui no blog, preciso clicar unsubscribe em várias newsletters, responder muitos e-mails, e fazer um cronograma pra colocar em prática tudo o que aprendi até agora na consultoria de redes sociais (Instagram, Youtube, Facebook, Pinterest, etc) que comecei em janeiro.

Ah, e organizar a papelada acumulada na minha terceira gaveta é meta real! Aí, já proveito e começo a organizar o planejamento de março, né?

8. Plantas, cristais, reiki, óleos essenciais

Quero aproveitar pra arrumar minha hortinha, tentar colocar tudo em um canteirinho só, porque aí fica tudo organizado, sabe? E também dar um trato em minhas plantas, limpar e energizar meus cristais, fazer uma limpa nos meus óleos essenciais, ver o que acabou, o que tá pra acabar, o que quero comprar de novo, e aproveitar pra fazer umas sessões mais completas de reiki, porque só tenho feito o equilíbrio dos chakras, meditar um pouco, cuidar de dentro.

9. Livros, filmes e Youtube

No meio disso tudo, quero escolher um livro pra ler (ou reler), ver uns filmes, tomar uns vinhos e testar receitas novas, ouvir música, procurar coisas novas no Youtube pra achar formatos legais de vídeos e coisas do tipo.

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10. Viver

No meio disso tudo, quero ir numa cachoeira, respirar ar puro, passear com Ozzynho, tomar sorvete, dançar, brincar com meus bichinhos, ficar perto das pessoas que gosto, “tomar sol”, falar besteira, dar risada, conversar muito com minha jabuticabeira (Namô me deu, tô bestinha, gente! hahahaha), fazer mais dessas coisas simples, mas que me fazem tão bem.

Ah, e tentar gravar vídeo disso tudo, vamos ver! hahaha

E vocês, o que estão pensando em fazer no carnaval?

Beijos, Ju♥

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20.02.2017

Mulher de 30: O Peso Do Que “Devemos Ser”

Essa semana uma leitora, a Gabi, fez um comentário em um tópico sobre autoestima lá no nosso grupo do Facebook, que, dentre tantos outros, colocou o dedinho na ferida e me fez lembrar do fantasma da cobrança social e do peso do que devemos ser, mas não somos.

Essa ideia toda de que devemos ser alguma coisa me incomoda profundamente, porque ninguém veio a esse mundo pra seguir script, cada um tem seu próprio caminho, tempo e forma de caminhar.

Mas, querendo ou não, fomos todos moldados nesse caldeirão que diz o que cada um deve ser, e quando. E, minha amiga, quando a nossa vida não sai exatamente como o esperado é difícil, muito difícil, não sucumbir aos gritos silenciosos das cobranças alheias.

Eu senti e sinto isso na pele de diversas formas, então entendo exatamente o que a Gabi está sentindo, porque já passei pelo mesmo.

o peso do que devemos ser juro valendo

A regra é que você, aos 30, esteja plena e realizada, mas da maneira tradicional: emprego “bom” e estável, casa própria, casamento e filhos, talvez. E quando você não tem uma dessas coisas aí, sobretudo um emprego rentável e “seguro”, parece que você fica de fora do mundo, sabe?

Seja porque você não conseguiu uma recolocação profissional, porque você, como eu, decidiu mudar de planos e precisou recomeçar, ou por qualquer outro motivo, o fato é que não é fácil lidar com a cobrança que vem de todos os lados, não é fácil não se deixar atingir psicologicamente e, como bem disse a Gabi, não se sentir incapaz.

Incapaz, frustrada, assustada, acuada, com medo, engolida por um turbilhão de dúvidas. Não é fácil, nesse contexto, continuar sendo positiva, acreditar em si mesma, ser forte, manter o foco e fazer o que precisa ser feito. Não é.

Tudo isso nos afeta de uma forma que só quem sentiu na pele (e na alma) pode mensurar. Chega um momento em que a gente não se reconhece mais, que entra em “modo de sobrevivência”, que, de alguma forma, se “desumaniza” mesmo. Que é engolida por uma avalanche de baixa estima e não consegue reagir, porque o peso, tanto das cobranças internas como das externas, é demais pra segurar.

E nesse momento, quando, psicologicamente, tudo desaba, quando os muros caem e todas as estruturas que nos sustentam desmoronam, surge, não sei como ou de onde, uma força que é a única coisa que vai te sustentar: a fé em si mesma.

Não me pergunte como, mas “na beira do abismo”, ela (quase sempre) vem, e vem com uma força violenta.

o peso do que devemos ser juro valendo

E aí a  gente tenta de novo, e de novo, e mais uma vez, e quantas vezes forem necessárias, e parece que nada mais é capaz de nos derrubar. Eu não faço ideia do que seja essa “força”, mas ela me fez tampar os olhos e ouvidos para o burburinho alheio e acreditar apenas em mim.

E me fez continuar, dia após dia, apesar de todas as coisas.

E sabe o que é mais engraçado? É que chega um dia, garanto, que a gente ri disso tudo. Chega um dia em que essas mesmas pessoas que te apontavam o dedo, que te faziam sentir tão mal, começam não só a te aplaudir, mas a se inspirar em você.

O meu dia, por incrível que pareça,  foi hoje, Gabi. Hoje, com uma paz de alma enorme, eu vi quem, primeiro, me ridicularizou, quem, não conseguindo,  tentou me puxar de volta, quem tentou me fazer parar de todas as formas possíveis, pedir, pagando, pra me ouvir. Porque o que antes era ridículo, hoje é motivo de orgulho, de inspiração, veja só…

E esse dia vai chegar pra você também, Gabi, e você vai voltar a ser mesma menina que “vai atrás daquilo que sonha e acredita”, só que muito mais forte. E vai realizar muito, vai ter altos e baixos, vai perder, vai ganhar, vai viver.

Viver sendo quem e o que você quiser ser, sendo maior e melhor do que era antes, porque a voz de dentro será tão, mas tão alta que o barulho de fora não terá mais importância.

O seu dia vai chegar, vai por mim. Enquanto isso, tenha força… Você consegue!

Beijos, Ju♥

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07.02.2017

Sobre Amar o Próprio Corpo

Essa semana falei rapidamente nas redes sociais sobre amar o próprio corpo, mas como por lá não dá pra falar tanto quanto eu gostaria, resolvi falar por aqui também.

Não se fala em outra coisa, aliás, e isso é maravilhoso, só que a coisa não é tão simples como parece, e nem tão rasa.

A gente sabe o papel que a mídia, de modo geral, tem na criação e propagação de padrões de beleza inatingíveis e na busca obsessiva pelo que seria o corpo perfeito, bem como na pressão que tudo isso exerce sobre todas nós.

Só que se fosse só a mídia a coisa seria muito mais fácil de resolver. E não é.

Não é porque existe um fator religioso e cultural determinante nisso tudo. Desde pequenas, somos ensinadas a ser contra, a negar, a ter vergonha do próprio corpo, um belo trabalho feito por quase todas as religiões do mundo, a exceção, até onde sei,  do Tantra, que entendeu que, por ser a base do ser humano, a sua raiz no mundo físico, ele precisa ser não só aceito em sua plenitude, mas respeitado, amado e, sim, reverenciado, como um presente da Existência.

sobre amar o próprio corpo juro valendo ju lopes

“Tua alma habita teu corpo, trate-o bem”

Nós aprendemos, por vias tortas, que é pecado, porque vaidade, admirar o nosso corpo. E se for o corpo do outro, é “luxúria”. Aprendemos que nos tocar é sujo, feio, obsceno. Que tocar o outro e sentir prazer com o próprio corpo é indecente e imoral, a menos que você seja casada ou, no mínimo, esteja em uma “relação séria”.

Agora, me diz: como é que a gente vai amar o que aprendeu, lá atrás, a desprezar? Como vai ter orgulho do que foi ensinado a ter vergonha? Como vai encontrar beleza no que é fonte de pecado, no que assimilou, lá no inconsciente, a impureza e a tantas coisas ruins, hein?

Não vai, gente, não vai.  Você pode até achar que não, mas isso está sim no inconsciente da maioria, e é repassado geração após geração por nós mesmas, que deveríamos, ao contrário, aprender e ensinar a cultivar o amor e o respeito pelo corpo, a não negar o próprio corpo.

E isso é infinitamente mais difícil que lidar com padrões impostos pela mídia, porque a esmagadora maioria tem isso tão entranhado no próprio ser que sequer percebe a ligação entre uma coisa e outra.

Como aprender a amar o próprio corpo?

Pra amar o próprio corpo a gente precisa, primeiro, parar de condená-lo, parar de olhar pra ele como algo “impuro”, errado, e aprender a respeitá-lo. Você tem que ser amoroso com o seu corpo, tem que tratá-lo bem, tem que cuidar, que proteger, que entender que ele é uma dádiva, é um presente, e isso já basta para que ele seja cheio de beleza.

Eu demorei uma vida inteira pra entender isso, pra ter o “click” de que a coisa toda estava errada, de que o buraco era bem mais embaixo do que eu imaginava, e hoje já começo a perceber que “o caminho” não é mudar o meu corpo pra que eu possa amá-lo, mas o contrário.

Porque a partir do momento que comecei a me livrar de toda essa ideia equivocada que fui aprendendo e lapidando ao longo da vida, entendi que meu corpo não é apenas bom, mas fonte de milhares de coisas maravilhosas, e que eu tenho sim que desfrutá-lo e apreciá-lo. E que não tem nada de errado, de feio ou de sujo nisso.

Quando, há pouquíssimo tempo, comecei a agir dessa forma, a olhar pra mim mesma com mais amor, generosidade e leveza,  comecei a cuidar do meu corpo muito melhor, um cuidado que nada tem a ver com perfeição ou com padrão, mas sim com o zelo que temos com tudo aquilo que amamos.

Não faço a menor ideia de onde isso vai dar, mas garanto que tenho tido uma relação muito mais sadia, bonita e verdadeira com o meu corpo e comigo mesma, coisa que todas nós deveríamos ter aprendido desde o começo.

Beijos, Ju♥

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06.02.2017

Pro Dia Ser Mais Feliz (E a Vida também!)

Ainda sou muito jovem e, mesmo já tendo vivido tantas coisas, sei bem pouco, mas uma coisa é certa: pra ter uma vida mais feliz a gente precisa ter dias mais felizes, porque, como bem disse Sêneca, “cada dia é, por si só, uma vida”.

Comecei a pensar nisso meses atrás e percebi o quanto estava “embotada”, inconsciente, fazendo as coisas no piloto automático. Decidi, então, colocar mais vida nos meus dias, restaurar os meus sentidos, viver mais, sentir mais e melhor.

Aos poucos, e isso não foi fácil, parei de indagar sobre o futuro e aprendi a, com o que tenho em mãos, fazer o meu, recebendo como um presente o que quer que a vida me traga hoje. Se o “embrulho” for bom, agradeço. Se não for, aprendo e fico mais forte, o que também é bom.

pro dia ser mais feliz

E já acordo escolhendo ter um dia bom, não importa o que aconteça. Abro as janelas, respiro fundo, sinto o tempo, vejo o sol bater nos meus cristais e a luz entrar na casa. E na alma.

Faço o meu café e dou ao corpo o que ele quer. Parei com essa história de “só pode comer isso ou aquilo“. O corpo fala, a gente só precisa aprender a ouvir.

E como com calma, sentindo a textura, o cheiro, o sabor das coisas. Presto atenção no que coloco na boca, pra evitar comer emoções, como fiz a vida inteira. E, se tem mais alguém à mesa, converso, ao invés de ler o jornal ou ficar no celular.

Sabe atenção? Todo mundo quer e precisa. Mas a gente, nesse corre corre diário, quase nunca dá. Nem tem. Mas percebi que quando comecei a mudar, a dar o que tanto queria, comecei a receber mais também. É só questão de tempo.

Como trabalho em casa, consigo ter mais flexibilidade com o meu tempo, coisa que é difícil pra imensa maioria, eu sei. Mas, já que tenho essa sorte, aproveito-a bem: separo um tempo para realmente estar com meus bichinhos, pra cuidar das minhas plantas, pra cuidar de mim.

E quando sento pra trabalhar, mergulho naquilo e trabalho feliz. Feliz porque hoje consigo viver fazendo aquilo que me preenche a alma.

Por uma vida mais feliz!

pro dia ser mais feliz juro valendo ju lopes

Se encontro um conhecido, paro pra cumprimentar. Se encontro um amigo, volto toda a minha atenção pra ele, digo que estou feliz por encontrá-lo, beijo, abraço, desejo o bem. Ah, gente, isso faz tão bem!

Me livrei dos entulhos, dos excessos, e espalho pela casa cheiros e tudo o que me deixe feliz. Aqui não entra mais nada que não faça sentido, que eu não vá usar, porque casa é pra gente viver e reconhecer nela o nosso lugar.

Tenho sorrido mais, sendo mais gentil com o outro, mais paciente e generosa comigo e valorizado muito mais o meu tempo. Tenho tentado amar mais, não só os outros, mas a mim mesma, e demonstrar isso com gestos de carinho, cuidado e respeito.

Também tenho me apaixonado muito, pelas coisas mais simples, por todas as coisas, e isso me faz sentir muito mais viva.

Parei de dar atenção ao que não é bom, a ouvir meu coração e, sobretudo, minha intuição. E toda noite, antes de dormir, tiro 10 minutinhos pra “me fazer bem”.

Acendo um incenso com um cheirinho bom, sento num cantinho sossegado, respiro, inspirando sentimentos bons e expirando o que é ruim. Medito, cuido de mim.

Ao invés de negar o que sinto, seja raiva ou qualquer outra coisa, coloco pra fora, tento entender, só não deixo aqui dentro, porque sentimento ruim não adoece só a alma não, adoece o corpo também.

Vivo tropeçando, cometendo erros e sendo tão imperfeita como sempre fui, mas tentando, todos os dias, dar o meu melhor, ser um pouco melhor. E mais feliz.

Não é receita de bolo, mas tem funcionado bem, muito bem!

Beijos, Ju♥

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O que você acha do JV?
Antes de conhecer o JV eu não sabia que existiam máscaras com fins diferenciados ... Pra mim "hidratação" era uma coisa só .. Hj entendo…