20.03.2017

Sobre Maquiagem Depois dos 30

Ontem teve um vídeo divertido lá no canal, o Taca na Cara e Fala, vocês viram? Tá engraçado rsrs Mas, o que quero falar hoje é sobre maquiagem depois dos 30.

Ou melhor, sobre a minha maquiagem depois dos 30, o que mudou pra mim, o que gosto e não gosto, e como me sinto confortável usando exatamente o que me faz bem ao invés de seguir a boiada e, no automático, fazer o que todo mundo tá fazendo.

Nunca tive muita habilidade com maquiagem, mas sempre gostei de me maquiar, só que “do meu jeito”, tudo bem leve, suave e natural. Claro que existiram fases em que meu encosto de chacrete falou mais alto e me joguei no brilho, tentei usar batons de cores mais fortes, brinquei muito com as cores e tudo o mais. E sim, já tive meus momentos  drag queen e eles foram maravilhosos, só que abuseimaquiagem depois dos 30

Maquiagem depois dos 30: pode tudo, desde que você queira

Mas esse “abusei” foi um processo meu, natural, e não tem nada a ver com o tal do pode ou não pode. Em relação a maquiagem, você pode tudo, desde que queira. Eu, Ju, também posso tudo, mas não gosto e nem quero o que, pra mim, é o exagero.

Mas, veja bem, o que é exagero pra mim pode ser o básico pra você, porque essa é uma questão pessoal e “tá tudo certo”, tá?

Depois dos 30 fui me conhecendo mais e gostando cada vez mais de suavidade em relação a maquiagem, e aí, lentamente, fui mudando e optando por makes que apenas ressaltem o que tenho de mais bonito, camuflando, de forma sutil, o que me incomoda e deixando meu rosto como uma versão “melhorada”, por assim dizer, dele mesmo.

Vez ou outra faço um olhão mais marcado e capricho nos cílios postiços, mas essa não é a realidade do meu dia a dia e tenho pavor de excessos, mesmo em eventos.

O que tenho gostado

Gosto de uma pele mais natural, de bases de cobertura média, no máximo (mas já amei o oposto!rs), de um acabamento mais acetinado, ao contrário do totalmente mate de antigamente. Prefiro as sombras opacas e de cores mais neutras, os blushs de tons rosados terrosos, com o mínimo possível de brilho, pós bem leves e o mínimo de iluminador, e isso quando uso.

Quanto aos batons, bom, prefiro os balms desde sempre, principalmente aqueles que têm uma corzinha levemente rosada, que deixam os lábios com “aquela cor de quem acabou de dar um beijo daqueles”, sabe? hahaha

Não sou fã de pele muito marcada, daquele contorno super forte, de qualquer coisa que, a olho nu, não me pareça natural. E amo sobrancelha certinha, corrijo todos os dias, mas respeito o formato dela e nem passa pela minha cabeça deixar a bichinha super marcada. Quero que ela fique linda, porque sobrancelha muda um rosto, mas que fique também o mais natural possível.

E uso muito, muito rímel!

Tenho os olhos caidinhos no canto externo, e sem rímel fico com o olhar meio apagado, sabe como é? Concordo plenamente com Veveta quando diz que “não existe mulher triste, existe mulher sem rímel”.

Também gosto de lápis preto na linha d´água, mas quase sempre uso um branco ou bege, pra “abrir” o olhar. Delineador só aqueles de canetinha, mas só uso quando tô com muito tempo livre, porque pra cada acerto são 100 erros, então nem me arrisco tanto. Mas, acho lindo!

Sobre os pincéis…hahaha

E não, não entendo (quase) nada de pinceis! hahaha Base, por exemplo, só aplico com as mãos, no máximo com aquelas esponjas, que quase sempre desaparecem por aqui. Pincel pra esfumar nunca achei um que me deixasse satisfeita, os de blush que já comprei acho que não espalham direito, amo um chanfrado que comprei numa lojinha de 1,99 anos atrás, que é o mais fininho e firme que já vi na vida, e tô adorando um bem gordinho que “bacunhei” de Fernanda (ela disse que não usava, então eu disse que já era meu, ué…hahaha) e uso pra espalhar pó no rosto.

Os outros não sei exatamente pra que servem e não tenho lá muito tempo ou paciência pra aprender. Existem maquiadoras incríveis, e muitas meninas fazem arte (mesmo!) com maquiagem, mas eu não sou nem tenho intenção de ser uma delas, não tenho dom.

Falando em pincéis, aliás, mainha disse ontem que vai ferver meus pinceis todos por causa do meu método superrrrr higiênico de limpá-los no momento do uso: soprando! hahaha Quase sempre uso lenços umedecidos, mas ontem eu não tinha, então foi no sopro mesmo, ué!

Pode, inclusive, ser muito básica, tá?

Minha blogueira de maquiagem preferida é a Vic Ceridono, maravilhosa e sempre suave, mesmo quando faz makes mais poderosas. E minha maquiagem preferida, aquela que usaria fácil todos os dias, é essa que a Camila Coutinho mostrou nesse post aqui. É extremamente básica, parece que não tem nada, que ela acordou assim e pronto. Acho lindo! rs

Claro que vejo aquelas maquiagens super produzidas e acho incríveis, deslumbrantes, maravilhosas, só que elas não são pra mim, porque não é o tipo de coisa que tem a ver comigo, entende?

No mais, por natureza sou uma pessoa muito prática, e uso um mesmo produto pra várias coisas diferentes sem o menor problema, como deu pra perceber no vídeo de ontem, o Taca na Cara e Fala (veja aqui), que foi uma brincadeira, mas que é, também, a minha realidade de maquiagem, e a realidade da imensa maioria das minhas amigas.

E vocês, gostam de maquiagem de que tipo? Notaram alguma mudança nas preferências depois dos 30? Tenho mudado tanto, gente, que acho que a coisa dá um livro! rsrs

Beijos, Ju♥

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20.02.2017

Mulher de 30: O Peso Do Que “Devemos Ser”

Essa semana uma leitora, a Gabi, fez um comentário em um tópico sobre autoestima lá no nosso grupo do Facebook, que, dentre tantos outros, colocou o dedinho na ferida e me fez lembrar do fantasma da cobrança social e do peso do que devemos ser, mas não somos.

Essa ideia toda de que devemos ser alguma coisa me incomoda profundamente, porque ninguém veio a esse mundo pra seguir script, cada um tem seu próprio caminho, tempo e forma de caminhar.

Mas, querendo ou não, fomos todos moldados nesse caldeirão que diz o que cada um deve ser, e quando. E, minha amiga, quando a nossa vida não sai exatamente como o esperado é difícil, muito difícil, não sucumbir aos gritos silenciosos das cobranças alheias.

Eu senti e sinto isso na pele de diversas formas, então entendo exatamente o que a Gabi está sentindo, porque já passei pelo mesmo.

o peso do que devemos ser juro valendo

A regra é que você, aos 30, esteja plena e realizada, mas da maneira tradicional: emprego “bom” e estável, casa própria, casamento e filhos, talvez. E quando você não tem uma dessas coisas aí, sobretudo um emprego rentável e “seguro”, parece que você fica de fora do mundo, sabe?

Seja porque você não conseguiu uma recolocação profissional, porque você, como eu, decidiu mudar de planos e precisou recomeçar, ou por qualquer outro motivo, o fato é que não é fácil lidar com a cobrança que vem de todos os lados, não é fácil não se deixar atingir psicologicamente e, como bem disse a Gabi, não se sentir incapaz.

Incapaz, frustrada, assustada, acuada, com medo, engolida por um turbilhão de dúvidas. Não é fácil, nesse contexto, continuar sendo positiva, acreditar em si mesma, ser forte, manter o foco e fazer o que precisa ser feito. Não é.

Tudo isso nos afeta de uma forma que só quem sentiu na pele (e na alma) pode mensurar. Chega um momento em que a gente não se reconhece mais, que entra em “modo de sobrevivência”, que, de alguma forma, se “desumaniza” mesmo. Que é engolida por uma avalanche de baixa estima e não consegue reagir, porque o peso, tanto das cobranças internas como das externas, é demais pra segurar.

E nesse momento, quando, psicologicamente, tudo desaba, quando os muros caem e todas as estruturas que nos sustentam desmoronam, surge, não sei como ou de onde, uma força que é a única coisa que vai te sustentar: a fé em si mesma.

Não me pergunte como, mas “na beira do abismo”, ela (quase sempre) vem, e vem com uma força violenta.

o peso do que devemos ser juro valendo

E aí a  gente tenta de novo, e de novo, e mais uma vez, e quantas vezes forem necessárias, e parece que nada mais é capaz de nos derrubar. Eu não faço ideia do que seja essa “força”, mas ela me fez tampar os olhos e ouvidos para o burburinho alheio e acreditar apenas em mim.

E me fez continuar, dia após dia, apesar de todas as coisas.

E sabe o que é mais engraçado? É que chega um dia, garanto, que a gente ri disso tudo. Chega um dia em que essas mesmas pessoas que te apontavam o dedo, que te faziam sentir tão mal, começam não só a te aplaudir, mas a se inspirar em você.

O meu dia, por incrível que pareça,  foi hoje, Gabi. Hoje, com uma paz de alma enorme, eu vi quem, primeiro, me ridicularizou, quem, não conseguindo,  tentou me puxar de volta, quem tentou me fazer parar de todas as formas possíveis, pedir, pagando, pra me ouvir. Porque o que antes era ridículo, hoje é motivo de orgulho, de inspiração, veja só…

E esse dia vai chegar pra você também, Gabi, e você vai voltar a ser mesma menina que “vai atrás daquilo que sonha e acredita”, só que muito mais forte. E vai realizar muito, vai ter altos e baixos, vai perder, vai ganhar, vai viver.

Viver sendo quem e o que você quiser ser, sendo maior e melhor do que era antes, porque a voz de dentro será tão, mas tão alta que o barulho de fora não terá mais importância.

O seu dia vai chegar, vai por mim. Enquanto isso, tenha força… Você consegue!

Beijos, Ju♥

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22.11.2016

Beleza Não Tem Idade

Beleza não tem idade. Nunca teve. Mas nós, infelizmente, fomos criadas acreditando em beleza com prazo de validade, como se depois de uma certa idade fosse impossível encontrar algo de belo ali. E aqui.

Sempre acreditei em beleza de dentro pra fora, naquela coisa mágica que tem muito mais a ver com o nosso estado de espírito que com qualquer outra coisa. E, até por isso, venho encarando o passar dos anos com serenidade, tentando fazer dele um aliado, não um inimigo.

Mas, confesso, pensar assim é como ir contra a maré, sabe?

Não, beleza não tem idade!

beleza não tem idade

Não bastassem todos aqueles padrões de beleza com os quais somos bombardeadas todos os dias, as capas de revista, os filmes, as campanhas publicitárias e todo o resto transmitem, de forma clara ou velada, a mensagem de que depois de uma certa idade nós podemos ser muitas coisas, exceto bonitas.

Não que eu me preocupe com isso, mas são padrões demais. E todos errados, porque assim como não dá pra encaixar a beleza em um padrão, não dá pra encaixá-la numa idade, porque beleza, mas beleza de verdade, tem um quê de mágica que a gente não consegue definir, que dirá “encaixar’.

E é por isso que te digo, com absoluta certeza, que tudo isso é um equívoco, e que não, beleza não tem idade, porque quando olho no espelho hoje, com 34,  vejo muito mais beleza que há 10 anos atrás.

Tem muito mais vida aqui dentro. Tem muito mais histórias em cada uma dessas linhas que surgem no meu rosto. Mais experiências também. Tem mais alegrias, mais amor, mais força e mais ternura, sobretudo por mim mesma. Tem mais confiança, muito mais. E segurança também.

E tudo isso me deu muito mais leveza. E beleza.

Não aquela beleza vazia dos traços perfeitos. Não, essa é de outro tipo, não está no potinho e dinheiro nenhum pode comprar. É aquela beleza que vem de não sei onde e irradia. Aquela de quem aprendeu a se adorar demais.

Beleza de quem não tem vergonha nem esconde seus supostos “defeitos”. De quem não se desculpa por eles, como, sim, já fiz um dia. De quem aprendeu, dia após dia, durante muitos anos e a duras penas, a se respeitar, a se amar de dentro pra fora.

Beleza que o tempo, ao deixar tantas marcas diferentes, não diminui, só aumenta. Beleza de quem não só se sente, mas “se sabe” bonita. Bonita demais.

Essa beleza não tem idade não, e é ela, justamente ela, que quero ver, sempre, em cada uma de nós.

Beijos, Ju♥

27.05.2016

Mude Quantas Vezes Quiser

Não sei quando foi que ficou decretado que a gente tinha que ser, querer, fazer, sonhar ou desejar sempre a mesma coisa, como se a mudança não fosse uma constante na vida, mas o fato é que sempre que a gente tira uma peça do lugar as pessoas ao redor começam a questionar e, não raras vezes, mudam completamente a forma de nos tratar.

Eu, que sempre fui partidária das mudanças, e que mudo o tempo todo, consigo lidar com isso numa boa, mas não deixo de achar engraçado como isso impacta algumas pessoas, como se as nossas mudanças fossem um grito de guerra contra elas. E não, não são.

Você tem total liberdade pra mudar e escolher novamente quantas vezes achar que deve, e esse é um direito seu, diz respeito a você e a mais ninguém. Ninguém, porque até onde sei o seu compromisso principal, o mais importante, é com você mesma, com quem você é, com o que sua alma quer.

Já me disseram que isso é egoísta, que é cruel, mas, pra mim, a pior forma de crueldade é a que fazemos com nós mesmas quando tapamos os ouvidos para os anseios do nosso coração, quando vamos contra nós mesmas para manter o que não nos faz mais feliz, porque isso é escravidão.

É escravidão quando você mantém qualquer coisa que não queira mais por compromissos que você firmou lá atrás, como se você pudesse garantir que fosse continuar sempre a mesma e, assim, fosse desejar sempre o mesmo. Mas a gente faz isso o tempo todo, porque precisamos de estabilidade, precisamos de certezas, precisamos de garantias.

Porque é mais fácil se iludir e fingir que a vida não é instável, que muda o tempo todo, que mudamos o tempo todo. Porque é mais cômodo acreditar nas redomas que construímos pra manter o nosso mundinho protegido que encarar o fato de que não temos controle da grande maioria das coisas. Porque tudo isso é muito mais confortável que encarar as verdades que a gente deveria, mas não quer, ver.

Mas, se formos bastante sinceras e corajosas, veremos claramente que não dá pra garantir nada quando se trata de sonhos, desejos e vontades. Quando se trata de sentimentos. Porque a gente muda, a vida muda, o outro muda e, de repente, o que era deixa de ser.

E quando isso acontece você precisa ser honesta com você e com os outros, porque isso evita que todos sigam vivendo uma mentira. Porque você não tem que sacrificar a si mesma pra fazer ou manter ninguém feliz. Porque não é pra isso que você está aqui. Porque não é justo com você. Porque é desonesto com o outro. E com a vida.

É difícil, eu sei. E dói, dói muito. E assusta, dá medo, bagunça tudo, mas é a coisa mais bonita que você pode fazer com você, porque é a única forma de ser fiel a quem você realmente é, de construir a vida que você quer.

Beijos, Ju♥

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