Vizcaya
09.09.2020

Apometria O Que É e Como Funciona

Quase dois anos atrás descobri a apometria, que tem me ajudado absurdamente. E depois de todo esse tempo já consigo tirar as principais dúvidas de vocês, começando por Apometria, o que é?

Ouvi falar da apometria pela primeira vez com a The, minha aromaterapeuta há anos.

Eu já vinha num processo de busca e autoconhecimento há muito tempo. Inclusive esse sempre foi um tema muito abordado aqui.

Uso florais desde a adolescência, fiz cursos de aromaterapia e assinatura das plantas com 20 e poucos, assim como os 3 níveis do reiki, a Aura Soma e cromoterapia, e sempre apliquei tudo isso no meu dia a dia.

Comecei a fazer terapia quando era criança, por causa do TDAH, então muitas coisas foram trabalhadas ao longo dos anos.

Mas, sentia que algumas coisas eu não conseguia acessar nem modificar. Que tinha algo que me “bloqueava”, sabe como é?

apometria o que é juro valendo

E quando vim morar sozinha, em um local isolado “no meio do mato”, isso foi ficando cada vez mais evidente.

Algumas coisas bem complicadas aconteceram, coisas que eram suavizadas por todo cuidado que tinha com minha saúde mental, emocional e espiritual.

Só que elas sempre voltavam.

Como tudo começou

E foi aí que a The me disse que o ideal era que eu tentasse fazer uma sessão de apometria pra trabalhar isso porque a coisa era muito mais profunda.

Comecei a pesquisar sobre, vi as mais diversas “vertentes”, vi depoimentos de quem tinha feito e amado, de quem não sentiu nada e de quem teve muitos problemas.

Nessa época comecei a acompanhar o Bruno, que foi uma indicação da The, li todos os posts e comentários e estava decidida a fazer.

Comentei com uma amiga de São Paulo e ela disse que uma amiga dela, que era espírita, fazia a distância, se eu gostaria de testar, que era gratuito, só colocar o nome na lista e tal.

Confesso que fiquei com um pé atrás porque não gosto de misturar nada disso com religião.

Mas, como era gratuito e amiga de uma amiga, testei. E não senti absolutamente nada, não vi nenhum tipo de efeito, resultado ou mudança.

Indicação é tudo!

Comentei com a The, ela me explicou várias coisas e no mesmo dia entrei em contato com o Bruno, lá de São Paulo, que só tinha vaga pra uns 2 meses depois.

Nessa época eu tava num estado muito ruim. Muito. Um dia conto isso pra vocês…

E justamente por isso ele me sugeriu fazer a apometria com a Thaís, que era com quem ele fazia.

Como a Thaís atendia o dia todo, ela tinha maior disponibilidade de horário e, segundo o Bruno, era a melhor no assunto.

Deixamos marcada uma sessão de Alquimia da Consciência pra 2 meses depois e fui procurar a Thaís.

E foi uma das melhores coisas que já fiz na vida!

Mas, vamos por partes pra que vocês entendam tudo direito.

Até porque sempre falo sobre no instagram, várias leitoras já fizeram, mas muitas de vocês têm várias dúvidas.

Então, vamos esclarecer as coisas! rs

Apometria o que é

Bom, em cada texto que você se deparar tem uma explicação diferente sobre o que é apometria.

Como é utilizada em muitos centros espíritas, a maioria das pessoas relacionam ao espiritismo, o que é um erro.

Um erro porque, pra começo de conversa, ela foi desenvolvida por um farmacêutico e bioquímico não espírita na década de 60 aqui no Brasil.

Logo depois a técnica começou a ser utilizada por um médico espírita em Porto Alegre, que começou a utilizar a apometria em pacientes do hospital com resultados satisfatórios.

Então, em um primeiro momento sua atuação foi em centro espírita.

Com o passar do tempo, ela foi desenvolvida em consultório.

E aí surgiram novas vertentes: apometria quântica, clínica, terapêutica, quântica estelar, coletiva, universalista, autoapometria, entre outros.

apometria como funciona a distância

Apometria Quântica

Muito conhecida, a chamada Apometria Quântica trabalha individualmente ou em grupo.

Possui uma abordagem terapêutica que concilia conceitos científicos, terapias alternativas e simbologias espirituais sem, contudo, utilizar nenhuma religião.

Visa, de acordo com o que estudei, a limpeza espiritual e harmonização pessoal.

Existe ainda apometria quântica estelar, que integra a apometria “tradicional” com a apometria quântica, o reiki, a cromoterapia, ufologia e alguns outros elementos simbólicos.

Fala-se muito também na apometria universalista e também da apometria de ancoragem.

Mas, a desenvolvida pela Thaís não se encaixa exatamente em nenhuma dessas.

Como Funciona a Apometria da Thaís

Lá no início a Thaís me explicou que estudou os vários tipos de apometria, aliando-a com outras técnicas e métodos terapêuticos sem vínculos religiosos, buscando mais qualidade e efetividade nos resultados.

O atendimento pode ser presencial ou a distância, com resultados idênticos.

Inicialmente é feito um trabalho em “linha do tempo”, com desdobramento de corpos para limpeza de energias.

Essa limpeza pode envolver energias negativas, inveja, olho gordo, obsessores, magias, energias emanadas, formas de pensamentos, ligações mentais e tudo de prejudicial que esteja no nosso campo energético.

Em seguida é feita a limpeza e reequilíbrio dos chakras.

Depois disso, trabalha-se a queixa principal, o problema em si, o que te levou a fazer aquela sessão.

E aqui as possibilidades são infinitas, porque pode-se trabalhar milhares de questões de todo tipo, inclusive bloqueios, traumas, problemas energéticos, espirituais e emocionais, bem como coisas específicas e práticas, além de cargas e padrões da nossa ancestralidade.

Quando necessário é feito também a limpeza energética do ambiente.

minha experiência

Antes de fazer a primeira sessão expliquei pra Thaís todos os inúmeros problemas que vinha tendo e, de verdade, nem sabia por qual começar.

Ela marcou dia e hora, explicou que naquele momento eu deveria ficar deitada, em um local tranquilo e sem interrupções.

Ah, todas as minhãs sessões, até hoje, foram a distância.

Falou sobre as coisas que eu poderia sentir de imediato e que me me enviaria tudo o que aconteceu na sessão no dia seguinte (meu horário foi 10 da noite).

Sou bem tranquila pra essas coisas e imaginei que sentiria algo a nível energético e só.

A verdade é que durante a sessão comecei a chorar compulsivamente. Um choro de limpeza, sabe?

O engraçado é que uma das minhas queixas era que não estava conseguindo colocar as coisas pra fora, não conseguia chorar.

A partir desse momento, comecei a sentir uma sede absurda e muito sono.

Apaguei e quando acordei, no dia seguinte, era como se tivessem tirado toneladas de cima e de dentro de mim.

Associado a isso, passei 2 dias com muito sono, diarreia e sede, muita sede.

Thaís conversou comigo, explicou tudo o que foi visto e trabalhado, a profundidade da limpeza que foi feita, inclusive na casa onde eu morava, que era parte do problema.

E, também, questões relacionadas a minha ancestralidade, que eu tinha consciência mas não sabia exatamente o que fazer.

Também me orientou a fazer determinadas coisas, me deixou em tratamento por 21 dias e se colocou a disposição para o que eu precisasse a qualquer momento.

Isso fez TODA diferença, porque quando existe suporte a gente se sente segura, né?

Resultados

Nas semanas seguintes a essa primeira sessão muitas coisas foram acontecendo, desenrolando e se resolvendo em todos os níveis imagináveis.

apometria o que é apometria quaântica universalista

Tive uma melhora imensa na parte energética, emocional e mental. Imensa!

E aí comecei a ver mudanças nas coisas práticas e palpáveis.

Mas, sabia que tinha um caminho longo pela frente e que precisaria de outras sessões.

Isso depende muito de cada pessoa. Tenho amigas que fizeram uma única sessão e foi o suficiente.

Tenho outra que fez duas, com intervalos de 6 meses. Assim como tem uma que faz a cada 3 meses.

Fiz 1 por mês durante 3 meses, além da geobiologia na casa onde morava.

Minha mãe, que é evangélica, ficou tão impressionada com as mudanças que quis fazer também.

Ela realmente precisava. E continua fazendo.

Também fiz pra casa, quando me mudei, e quero fazer outra em breve.

Hoje, com tudo mais organizado, faço para coisas mais pontuais e quando sinto que minha energia tá baixando, o que acaba embolando tudo.

Desde o início da pandemia, com tudo acontecendo ao mesmo tempo, a apometria tem me ajudado absurdamente.

É algo que fez e continua fazendo muita diferença na minha vida, e que continuarei a fazer.

Só me faz bem, só trouxe coisas boas, sabe?

Perigos da Apometria

Uma coisa que me perguntam sempre é sobre os perigos da apometria.

E, assim, tem que perguntar mesmo porque já li depoimentos bem tensos

Pela minha experiência, o que posso dizer é: faça com alguém de extrema confiança. Tenha referências confiáveis.

Eu só procurei o Bruno porque a The indicou. Bom, a The é extremamente cuidadosa e cismada, pra ela indicar a coisa precisa ser muito boa e segura.

Aí o Bruno que tinha, as melhores referências possíveis, indicou a Thaís.

E, com ela, desde o primeiro momento me senti segura.

Com o passar do tempo só confirmei o quanto ela é correta e ética, além de extremamente competente.

Nunca existiu isso de que “precisa fazer mais sessões”, por exemplo. Eu que decidi que queria fazer.

Outra coisa: chegou num ponto em que, tratando uma coisa específica, ela me disse que a apometria só conseguia ir até ali.

Que para ir mais fundo eu poderia fazer uma sessão de constelação familiar com um bom profissional.

Coisa que fiz, aliás, e falarei aqui em breve, além da Alquimia da Consciência com o Bruno.

No mais, ter acesso a pessoa que faz a apometria, e ter o suporte quando necessário é primordial.

Portanto, pra mim se existe perigo é o de fazer com quem não tem preparo, ética e competência.

Com quem não acompanha, não oferece suporte.

Fora isso, é bem tranquilo.

Onde fazer

Como falo sempre no Instagram, muitas leitoras fizeram e nenhuma nunca reclamou de nada, sabe?

Então, depois de quase dois anos fazendo, tendo leitoras que fizeram e acompanhando tudo, me sinto bem tranquila pra falar sobre e pra indicar a Thaís.

Tem muito mais coisas pra falar, mas prefiro deixar em aberto aqui pra ver as dúvidas de vocês e aí fazer outro post.

E quem tiver interesse recomendo muito entrar em contato com a Thaís pelo Whatsapp (49 9 91226525).

Se você já fez, divide com a gente sua experiência!

E se fizer volta aqui e conta como foi!

Beijos, Ju♥

Quer saber mais? Segue lá no Instagram @jurovalendo !

Vizcaya
30.07.2020

Saúde Mental na Pandemia: Como anda a sua?

Oi meninas, que saudade de vocês! Como estão por aí? Por aqui estamos entrando nos eixos, e por isso quero muito falar sobre saúde mental na pandemia, sobre esse período de quarentena e isolamento social.

Logo no início vim aqui e compartilhei com vocês (veja o post aqui) que havia passado por um período de “pânico controlado” até que entendi que precisava focar na minha saúde mental.

E racionalmente entendi.

Fui colocando várias coisas em prática e acreditei que conseguiria manter o equilíbrio, afinal moro sozinha em local isolado, com muita área e muito verde.

Ou seja, viver “isolada” era algo que, ingenuamente acreditei, não seria um problema.

Me enganei. Na verdade, subestimei não só o isolamento, mas todo o contexto e os reflexos de tudo isso.

O fato de minha mãe e o esposo estarem aqui desde o início faz uma diferença absurda em todos os níveis, embora no início não tenha sido fácil fazê-la entender a real dimensão da coisa.

Mas a questão vai muito além disso.

Realmente parei de olhar notícias sobre a Covid-19, evito conversar sobre ou focar nisso, inventei um monte de coisas pra fazer e segui todas as dicas que acreditei que ajudariam.

E ajudaram. Só que nada disso foi o bastante e os últimos meses foram de uma montanha russa emocional.

saúde mental na pandemia de coronavírus

Antes da Pandemia: Miguelzinho

Pra começar, quando a pandemia começou eu estava imensamente fragilizada.

Do dia pra noite, sem “aviso”, sem que eu pudesse fazer quase nada, perdi meu Miguelzinho e isso me estraçalhou por dentro.

Pra muita gente “é só mais um gato”, mas pra mim ele era a mais pura expressão do amor, a minha cura pra um mundo de coisas.

Eu olhava pra Miguelzinho e via, naquela bolinha de amor, a face de Deus. Isso foi arrancado de mim de uma hora pra outra e até hoje não consigo falar sobre…

O máximo que consegui tá aqui, nesses dois posts do instagram: aqui e aqui.

O início da Pandemia

No início, passado o primeiro momento de pânico seguido de um período aparentemente equilibrado, começou a montanha russa.

Pra começar, a situação da minha cidade me desestabilizava dia após dia.

São 19 leitos de UTI pra atender 27 cidades e 850 mil habitantes.

Centenas de pessoas que não foram testadas (até hoje a questão dos testes é um problema imenso), monitoramento ineficaz, fiscalização inexistente.

como cuidar da saúde mental

E nada a ser feito. Nada. Porque a maioria absoluta achava que era histeria.

Aí os casos começaram a ter nomes, as mortes começaram a ter rostos e tudo começou a ficar muito próximo.

E eu não entendia porque as pessoas não entendiam.

Não as pessoas que precisam sair pra trabalhar, mas todas as outras, sabe?

Com pouco mais de 150 mil habitantes e sem testar a imensa maioria, temos 6054 casos suspeitos, 4573 “em quarentena”, 3126 casos confirmados e uma média de mais ou menos 100 novos casos por dia.

As pessoas? Andando nas ruas normalmente, mesmo com o comércio teoricamente fechado, a maioria sem máscaras, lotando mercados e praças, fazendo festas, se aglomerando de todas as formas possíveis.

Minha saúde mental na Pandemia

Diante desse quadro, passei meses brigando, e isso tava me acabando.

Comecei, com minha mãe, a fazer máscaras pra doar pra população carente, assim como kits de higiene e cestas básicas (até mostrei como tava montando nesse post aqui).

Nisso, até Pedro, esposo de minha mãe, começou a ajudar.

E esse foi um momento que me emocionou e fragilizou muito, porque o filho dele mora em Fortaleza, testou positivo logo no início, quando estava um caos, não tinha leito e ele não tinha o que fazer.

Mas foi costurar máscaras pra ajudar.

Esse “não ter o que fazer” me baqueou imensamente…

Mais e mais pessoas conhecidas começaram a testar positivo, algumas infelizmente faleceram e não segurei a onda.

Me concentrei em dar conta das coisas da casa, dos meus bichinhos, de minha mãe e só.

Não conseguia produzir conteúdo, não conseguia fazer outras coisas, não conseguia cuidar de mim.

montanha russa emocional
Minha Tapis!

Sentia (e sinto) uma falta enorme de poder abraçar pessoas que amo. De viver sem medo, angústia e ansiedade.

Montanha Russa Emocional

E passei semanas nessa montanha russa, as vezes um pouco melhor, as vezes pior.

Até que não só entendi, mas decidi que não poderia continuar como estava.

Primeiro porque a gente não faz ideia de quando tudo isso vai passar, de por quanto tempo mais vamos viver esse “novo normal“.

Segundo que tem coisas que a gente não tem como controlar, não tem jeito.
Então é focar no que a gente pode fazer e encontrar meios de se reinventar, de continuar vivendo pra sair disso mentalmente sã, na medida do possível.

Saúde Mental na Pandemia

Listei algumas coisas que tinha vontade fazer e achei que seria uma forma de, primeiro, sair do estado de inércia e angústia.

Fiz um trato comigo de me dar todo tempo que fosse preciso.

Aí quis fazer um arco de ferro pro jardim. Fiz.

Depois quis fazer um pergolado de madeira no jardim, porque sabia que era uma coisa que exigiria tempo, concentração, trabalho físico, pesquisa e conversa com amigo engenheiro pra me orientar.

Lembro quando postei no Instagram que ia começar e fiz uma enquete. A imensa maioria votou que eu não conseguiria fazer. E isso foi ótimo!

Levou semanas, mas o pergolado tá pronto, perfeito, seguro e ficando lindo.

Comecei a fazer comedouros e bebedouros de passarinhos, logo inventei de construir uma fonte com energia solar pra eles, fui cuidando das plantas fazendo mudinhas, cuidando das coisas de casa e me curando.

saúde mental na pandemia de coronavírus

Nesse período intensifiquei a apometria com a Thais (já faço um post sobre isso!), o reiki, a meditação, orações, banhos de ervas e uso de óleos essenciais.

Consegui trazer Tapis (minha gatinha) de volta pra casa, arrumei o quartinho dela e tô me esforçando muito pra que ela não saia de casa (e ela não saiu nenhum dia).

No meio disso, minha mãe teve um problema de saúde, eu tive alguns e Tapis ficou bem ruim umas duas semanas atrás.

Só que eu já estava muito mais fortalecida e consegui lidar com tudo isso da melhor maneira possível.

Como estão as coisas agora

Nesse momento, além do “Spa de passarinhos” hahaha, das plantas, do pergolado, da casa, do Instagram, dos meus bichinhos e da minha saúde mental e emocional, tô me dedicando a pintar e a voltar a escrever aqui no blog todos os dias.

Sempre quis pintar e vinha treinando e mostrando no Instagram sempre, mas nunca fiz curso nem sei nenhuma técnica. Ou seja, só dava ruim.

Mas continuei tentando todo dia até que resolvi deixar a coisa ir na intuição mesmo e finalmente consegui pintar alguns quadros que gostei.

Tô bestinha! hahahaha

Coloquei muito sentimento pra fora pintando. E, talvez por isso, hoje consegui sentar aqui e conversar (e que conversaaaa longa! rs) com vocês.

saúde mental na pandemia
As telas que pintei!

Fiquei feliz.

E agora começa a fase de voltar a escrever aqui no blog, produzir mais conteúdo, continuar cuidando das outras coisas e olhar mais pra mim, cuidar do meu físico, da minha alimentação e me fortalecer cada vez mais.

E vocês, como estão por aí? Como anda a saúde mental na pandemia? Querem conversar mais sobre isso?

Saudade de vocês. Saudade de estar aqui com vocês!

Ah, fiquem tranquilas que vou compartilhar o passo a passo de tudo com vocês, tá?

Um beijo enorme e um abraço bem quentinho, Ju♥

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24.03.2020

Saúde Mental: Como Cuidar da Sua na Quarentena

Eis que, de repente, estamos vivendo uma pandemia de Coronavírus, com praticamente o mundo todo em quarentena, e uma das coisas que mais tem me preocupado é a nossa saúde mental.

Sendo extremamente honesta com vocês, passei a primeira semana naquele estado de “pânico controlado”, querendo controlar o incontrolável, consumindo muita notícia sobre o assunto, tentando explicar pras pessoas que a coisa é extremamente séria e que o isolamento é essencial.

Mais ainda: tentando fazer minha mãe entender tudo isso, entender a real dimensão dos riscos e trazê-la aqui pra casa (tá um fuê porque agora temos uma quarentena em família, mas depois falo disso), o que não foi fácil.

E, por último, sentindo um medo absurdo. Medo pelas pessoas que amo. Pelo que pode acontecer com o mundo e por tantas outras coisas…

Então, passei dias sem desgrudar do celular, acompanhando cada passo, todo o tempo, e falando muito nos stories do Instagram.

Como anda sua saúde mental?

omo cuidar da saúde mental na quarentena de coronavirus

Falei tanto que chegou um momento que nem eu tava me aguentando mais. E aí entendi que precisava parar tudo e começar a focar na minha saúde mental.

Porque sim, temos que manter o isolamento social, temos que fortalecer o nosso sistema imune, mas temos, também, que cuidar da cabeça e tentar manter o equilíbrio durante tudo isso.

Por isso, vou dividir com vocês as algumas coisinhas que têm me ajudado muito:

1. Parar de olhar notícias o tempo todo

Tá (quase) todo mundo preocupado, nervoso e angustiado com todo esse cenário, e é praticamente incontrolável começar a olhar notícias 24h por dia, eu sei.

A gente quer saber o que tá acontecendo, quer algum fio de esperança, quer um monte de coisas ao mesmo tempo.

Mas, vai por mim, quanto mais tempo você passa olhando notícias sobre o coronavírus mais ansiosa você fica.

Eu estava, e só parei quando entendi que se continuasse teria um piripaque!

Agora só me “atualizo” 1 vez pela manhã, depois de tomar meu café com calma e outra vez durante a noite, algumas horas antes de dormir pra não atrapalhar meu sono.

Porque sim, dormir mal baixa a imunidade. E imunidade alta é o que a gente precisa nesse momento!

2.Desgruda da TV e do Celular

Pra começar, esses grupos de Whatsapp que passam o dia compartilhando fotos, áudios e notícias, sempre ruins, sobre o assunto são um desastre.

Sério, eram tantas, mas tantas mensagens, e a maioria tão pesada que silenciei todos os grupos.

Porque além de causar mais ansiedade, e ansiedade afeta a imunidade, isso tava roubando todo o meu tempo e não conseguia fazer mais nada.

Aqui em casa não tem TV, mas ela funciona do mesmo jeito que o celular, porque o assunto do momento é esse.

E é óbvio que temos que nos manter informadas.

Mas, uma coisa é se manter informada e consciente.

Outra, bem diferente, é não desgrudar do celular e da TV o dia todo pra “acompanhar” o que está acontecendo.

3. Converse sobre outros assuntos

Boa parte da população está trancada em casa (e quem está deve agradecer por esse privilégio e fazer valer, tá?), o que pra quase todo mundo é desesperador.

A outra parte, a que não pode ficar em casa, tá em pânico.

E se a gente, quando conversar com outras pessoas, continuar falando do coronavírus a cabeça não vai dar conta, ninguém aguenta!

É preciso mudar o foco e falar de outras coisas, pelo bem da sua saúde mental.

4. Música faz muito bem pra sua saúde mental!

Uma das coisas que mais tem me ajudado é a música, sabia?

Montei duas playlists: uma com músicas que me relaxam e acalmam, pra quando a ansiedade bater, e outra com músicas animadas, pra quando a tristeza tomar conta.

E, olha, por mais simples que pareça, e é, tá me fazendo muito bem!

Agora me contem de vocês…

Como estão? Como estão lidando com tudo isso? Quais coisas estão fazendo pra cuidar de vocês nesse momento?

Tenho compartilhado muito conteúdo no Instagram (tanto no @jurovalendo como no @ju.de.casa) pra nos ajudar a viver essa fase da melhor forma possível.

Ainda essa semana vou começar a postar também no @mulherde30, pra que ele sirva como uma rede de apoio emocional nesse momento.

Porque estamos separadas por uma tela e por muitos km, mas “tamo junta”, tá? Sempre!

Fiquem bem, cuidem de vocês e confiem!

Beijos, Ju♥

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O que você acha do JV?
Eu acho esse blog maravilhoso. A Ju fala de tudo com muita emoção, muito carinho e ao mesmo tempo muita verdade, muita seriedade. Isso é…