06.07.2016

Quereres de Julho: Pra Cuidar de Mim

Mês que vem faço aniversário (34 anos, gente! rs), e tirei julho pra cuidar de mim, sabe? Como quase todo mundo, tenho coisinhas pendentes, coisinhas que gostaria de mudar, que gostaria de fazer, que preciso fazer, então esse é o mês de dar conta de grande parte disso.

Além de colocar o aparelho (já está tudo pronto, mas queria esperar passar o São João rs), quero fazer fazer alguns procedimentos no rosto, mas dois vão ficar pro mês que vem… Um porque é meu presente de aniversário (hahaha #doida) e o outro (micropigmentação fio a fio da sobrancelha) porque preciso de referências, e como não encontrei aqui em Jequié, vou procurar em Conquista.

Mas, vamos aos quereres do mês, né?

cuidar de mim juro valendo ju lopes

Peeling facial

Chegou o inverno, já tô me acabando no ácido retinoico, meu amor eterno, e quero fazer um peeling pra dar uma renovada na camada externa da pele, estimular o colágeno e coisas do tipo.

Vou conversar com minha dermato essa semana e agilizar logo isso, saber qual o mais indicado nesse momento, os cuidados e restrições, porque lembro que a pele ficava bem sensibilizada nos primeiros dias e demorava um pouquinho pra se recuperar. Vou atualizando vocês por aqui, pode deixar!

Preenchimento do “bigode chinês”

Tá aí uma coisa que me incomoda, mas que nunca resolvo, é incrível! Aqui em casa todo mundo tem esse tal de “bigode chinês”, essas linhas fundinhas acima dos lábios, e de um tempo pra cá notei que elas estão ainda mais evidentes, o que, claro, tem incomodado mais.

Já usei cremes, já fiz procedimentos estéticos anos atrás e nos últimos tempos deixei meio de lado, mas esse mês quero fazer o preenchimento com ácido hialurônico, porque o efeito dura até 1 ano e, dizem, não dói tanto.

Cabelo novo

Xiii, faz tempo que não retoco as luzes, e dessa vez quero um loiro bem claro, nem acinzentado nem platinado, ainda tô procurando referências, mas quero fazer na próxima semana!

Enjoei do loiro um pouco mais escuro e “quente”, quero uma coisa bem clara e chamativa, sabe? hahaha Aguardem!

Tinta branca, por favor!

Era pra ter mudado (de casa/cidade) faz tempo, mas como ainda não rolou, vou mudar meu quarto todinho esse mês e, pela primeira vez, quero paredes brancas. Depois que tudo estiver branco, decido o que fazer, mas preciso ver tudo branco pra ter uma noção do que quero, sabe?

Já chamei o pintor, já chamei o marceneiro (vai ter que desmontar tudo, né? rs) e já comprei os antialérgicos. Amanhã começa a bagunça… Deus me ajude! hahaha

Banner de letras e bandeirinha de tecido

Ok, vou pintar o quarto todo de branco, mas tem duas coisas que já sei que quero: banner de letras e bandeirinhas de tecido! Tava procurando há tempos e achei na loja Pequenas Causas com o melhor preço!

O mais legal é que o banner a gente pode montar com a frase ou palavra que quiser, sabe? Essa loja é um achado, gente: tem muitos adesivos de parede, com bolinhas, corações e outras coisas legais por um preço bemmm bacana. Amei!

E vocês, estão querendo o que pra esse mês? Quero saber!

Beijos, Ju♥

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21.06.2016

O Dia Em Que Decidi Me Livrar de (Quase) Todo Meu Armário!

Que alívio!

Tenho sentido cada vez mais necessidade de simplificar, de reduzir as tralhas, de aliviar o peso e ficar só com o que é essencial, e isso em todos os aspectos da vida, inclusive no meu armário, que mesmo com as “limpas” periódicas, vivia lotado.

Quando li o livro da Marie Kondo (tem post e PDF dele aqui)  consegui eliminar bastante coisa, mas, apegada que sou, não consegui me desfazer de algumas peças, sabe? Ou porque eram coisas lindas, ou porque tinham marcado alguma fase especial da vida ou porque tinha pagado muito caro e achava um absurdo “jogar dinheiro fora”.

Mas o tempo foi passando e comecei a me sentir sufocada a cada vez que abria meu armário, minhas gavetas com itens de papelaria, maquiagem e bijus, além de, é claro, as prateleiras lotadas de cosméticos. Eu sabia que não precisava de quase nada daquilo, mas, ao mesmo tempo, não tinha coragem de desapegar porque, afinal, eu tinha desejado ter tudo aquilo muitas e muitas vezes.

Só que eu mudei, e muitas das coisas que queria não quero mais, porque o que eu era antes, não sou mais. E foi pensando nisso que nesse final de semana comprei um pacote daqueles sacos pretos enormes, de não sei quantos litros, e saí despejando quase tudo o que eu tinha.

Tirei 18 pares de sapato, alguns que nunca tinha usado, uma quantidade absurda de roupas, várias ainda com a etiqueta, bolsas, dezenas de cosméticos, maquiagens, perfumes, óculos de sol, bijuterias, itens de decoração e papelaria, biquínis, caixas e mais caixas decorativas (sempre amei caixas!), coleções que não faziam mais o menor sentido (tinha, até hoje, pastas lotadas de papel de carta…) e 22 agendas contando, detalhadamente, as coisas mais importantes dos últimos 22 anos…

Tirei não só o que não precisava e não usava, mas, sobretudo, tudo aquilo que, mesmo sendo incrível, “não era mais eu”. Tirei e não foi fácil, admito, mas, ao contrário do que imaginei, não doeu. Aliviou, me deixou mais leve, me faz respirar melhor.

Mais que isso, me deu espaço pra visualizar não só o que eu quero ter, mas o que eu quero ser. Me deu a chance de ter uma “tela em branco” pra começar tudo de novo, porque pro armário, pro quarto, pra casa e pra vida, eu só quero aquilo que “seja eu”, que reflita exatamente quem eu sou e que me traga, sempre, muita alegria.

Porque todo o resto é sobra, e isso eu não quero mais. Que alívio!

Beijos, Ju♥

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30.05.2016

Vivendo sem pílula: o quarto mês

Hoje é dia de vivendo sem pílula, e vou responder várias das perguntas que vocês fizeram nas últimas semanas, porque ô assunto pra render, viu? rs Esperei um tiquinho mais pra fazer esse post porque notei que algumas coisas que melhoraram no começo pioraram depois, enquanto outras fizeram o caminho inverso, e agora, 4 meses depois do último comprimido, já consigo ver com mais clareza a parte boa e a parte ruim desse processo.

Pra quem quiser ver os posts em sequência, com tudo bem explicadinho, vou colocar os links aqui antes de continuar, tá?

Vivendo sem pílula: o quarto mês

Meu principal problema com a pílula, e que me levou a suspender o uso, foi hormonal, e mesmo não me sentindo confortável com o fato de menstruar novamente depois de 18 anos livre dessa praga, entendi que tinha alguma coisa de errada com meu organismo,  que isso estava diretamente ligado ao uso da pílula e que precisava resolver o problema.

Nos primeiros dias, confesso, a coisa foi complicada e eu fiquei, literalmente, insuportável. Além da irritação extrema, me sentia cansada, sem vontade de fazer nada e com muito, muito sono, o que, provavelmente, foi uma reação do organismo a falta de hormônios sintéticos.

Pouco depois a coisa virou e fiquei cheia de energia, senti o corpo começar a desinchar, o humor estabilizar e nem a pele nem o cabelo tiveram nenhuma mudança, o que me deixou mais animada ainda. E o  melhor é que a menstruação, que dura só 2 dias,  veio sem grandes dramas: nada de cólica violenta ou TPM monstra.

Mas, logo depois, a pele começou a jorrar óleo, assim como o cabelo, e mesmo cuidando direitinho a coisa ainda não normalizou. Na verdade, agora começaram a surgir espinhas, o que me deixou meio surtada, porque né, espinha aos 33 não é legal!

Outra coisa que comecei a notar é que meu humor muda completamente perto do dia 28 de cada mês, e ao contrário do que acontecia antes, não fico muito brava ou irritada nesse período, mas sim melancólica, sensível, triste e chorona, coisa que não é exatamente a minha cara, né?

Tenho dificuldade em lidar com tristeza, sobretudo quando não tem motivo,  não é uma sensação que me deixe confortável, porque eu não sou assim, eu já acordo dando risada e animada (é de matar, eu sei! hahaha), e por causa disso voltei a tomar o 5HTP semana passada.  Já senti que a coisa deu uma estabilizada, porque dessa vez eu tô me aguentando, coisa que não tava acontecendo, porque, gente, eu tava chata demais, nossa! rs

vivendo sem pílula juro valendo ju lopes

Com certeza estou mais ativa, com ânimo de fazer as coisas, inclusive as que não gostava muito, como malhar, coisa que, aliás, tô focada nas últimas semanas e querendo cada vez mais (milagres acontecem, pois é hahaha). Minha alimentação está bem mais equilibrada e são raras as vezes em que tenho aquela vontade absurda de comer alguma besteira, coisa que sempre acontecia de noite.

A celulite melhorou mais de 50% e é notório que o corpo desincha, mas volta a inchar um pouquinho perto do dia 28. Como não menstruava há muitos anos, perdi essa noção de “ciclos”, de fases, sabe? Tudo era muito estável, e agora tô tentando me acostumar com o fato de que em determinados dias do mês o corpo muda e eu fico mais sensível.

Muitas dessas coisas podem ter a ver com a suplementação dos hormônios (testosterona, estrogênio, progesterona, cortisol e melatonina), que faço com o acompanhamento do nutrólogo e da gineco, mas no geral o saldo tem sido muito mais positivo que negativo.

Tô me sentindo infinitamente melhor e mais viva, e eu, que sempre defendi com força a suspensão da menstruação (era uma maravilha, gente!), não pretendo voltar a tomar anticoncepcional porque, no meu caso, a liberdade de não precisar menstruar custou caro, bagunçou meus hormônios todos e afetou minha qualidade de vida.

Além disso, como estou me sentindo melhor sem ele, não vejo razão para, caso meus médicos liberem, voltar a usar. Sério, acho muito mais fácil lidar com oleosidade em excesso e algumas alterações de humor do que com os problemas que tive, sabe? Agora vamos ver o que acontece nos próximos meses, né? E fiquem tranquilas que volto aqui pra contar tudo procês!

Mas, como já disse aqui antes, não demonizo a pílula de jeito nenhum. Ela é maravilhosa, ajudou e continua ajudando muita gente. Só que, pra mim, a longo prazo, não fez bem e precisei parar.

Beijos, Ju♥

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