04.05.2016

#Pechincha: Top 5 Produtos Elseve

Meus preferidos!

Hoje tem #Pechincha com meus produtos Elseve preferidos! Engraçado que até pouco tempo atrás não costumava me arriscar muito nos produtos da marca, sobretudo nas ampolas, porque não funcionavam bem no meu cabelo, com raras exceções, mas ultimamente tenho gostado de muita coisa deles sabia?

Adoro, porque é uma marca que tem produtos com preços acessíveis e facilmente encontrados, então mesmo que a pessoa more no cafundó do Judas, como eu, e não possa gastar muito, vai achar e poder comprar!

Produtos Elseve Preferidos

produtos elseve juro valendo

1. Ampola Million

Sempre reclamei das ampolas da Elseve, sempre, porque no meu cabelo a coisa não pegava direito, o efeito era meio que “contrário”, mas a ampola Million casou certinho com meus fios. Ela é muito boa!

O cabelo “derrete”, fica super macio, alinhado, suave ao toque, leve, com movimento, com as cutículas visivelmente mais seladas e, de quebra, ela ainda dá uma suavizada na porosidade e uma reduzida no frizz. Garrei amor real!

Custou R$6,99, é encontrada em farmácias, mercados e lojas de produtos para cabelo, e tem resenha dela aqui: Ampola Million Elseve.

2. Cicatri Creme Plástica Capilar

Que negócio maravilhoso é esse tal de Cicatri Creme, viu? É raro que um creme de pentear funcione no meu cabelo, e disso eu também sempre reclamei por aqui, mas esse bonitinho deu conta do recado direitinho e me surpreendeu!

Os fios ficam muito macios, selados e alinhados, mas leves e com movimento, então é um produto que não pesa, sabe? Fico com ondas mais largas e soltas quando uso, e adoro esse efeito, adoro!

Paguei R$14,90 nele, e a resenha completa tá aqui ó: Cicatri Creme Plástica Capilar Elseve.

3. Sérum Booster de Reparação

Fiquei bem empolgada quando a Elseve que lançou os boosters, e o que mais gostei foi o primeiro que testei, o de Reparação! Potencializa mesmo o condicionador (testei na máscara também) e entrega um resultado super bom: “derrete” os fios, amacia, dá um brilho meio espelhado e não pesa nos fios, garantindo que o cabelo fique soltinho.

Custou R$9,50 e fiz resenha dele aqui: Sérum Booster de Reparação Elseve.

4. Condicionador Quera-liso MQ Cabelos Lisos com Escova

Adoro esse condicionador, gente! “Amolece” bem o cabelo, alinha, amacia e ajuda no controle do frizz, deixando os fios aparentemente mais “lisos” e os cachos mais abertos, sabe? Muito bom!

Custa R$8,99 e falei dele no post sobre condicionadores que “alisam” os cabelos.

5. Shampoo Reparação Total 5 +

Já deu pra perceber que essa linha da Elseve é a que mais funciona em meu cabelo, né? E esse shampoo, que já falei por aqui no post sobre shampoos para cabelos ressecados, é do tipo que limpa sem agredir, tem boa ação hidratante e ajuda no ressecamento.

Custa R$7,99 e é facilmente encontrado em mercados, farmácias e lojas de produtos para cabelos.

Além desses 5 produtos, gosto bastante do Óleo Extraordinário Verão Brasileiro, que foi meu companheiro nesse verão e segurou direitinho o ressecamento, ajudando a evitar o desbotamento e o efeito “verde piscina”, e também da máscara Supreme Control 4D, que funcionou maravilhosamente bem no meu cabelo, mas que muita gente não gostou!

Cabelo é menino birrento, sempre digo isso, né? Se você der o que ele quer, ele fica todo feliz, mas se não for o que ele quer e precisa naquele momento, não importa o preço, ele vai rejeitar! rs

Agora quero saber quais os produtos Elseve vocês mais gostam, contem aí! E se tiver algum que vocês queiram resenha, avisem nos comentários! Ah, e pra ver mais #Pechincha é só clicar aqui!

Beijos, Ju♥

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04.05.2016

Eu tenho o direito de ser diferente… E você também!

Sim, sempre!

Não sei quando foi que ficou estabelecido que todo mundo precisa ser igual, quando o diferente, além de natural,  é tão mais legal, mas o fato é que no grande teatro que a vida se transformou, com as pessoas agindo, e esperando que as outras também ajam, como bonecos de cera, o direito de ser diferente, de ser o que se quer, o que se é, anda cada vez mais “ameaçado”

Por vias tortas aprendemos, lá no comecinho da vida, a nos comportar, a sentir, a pensar e agir de acordo com o que esperavam de nós. Nós fomos moldados na “fôrma do ideal” de nossa família, sociedade e cultura, e como o sistema de recompensas funcionava bem, a gente se adequava.

Se adequava pra ser aceito, pra ser querido, pra ser amado. Se adequava, tempos depois, pra “fazer parte”. E nos acostumamos tanto com o tal do se adequar, com as máscaras que aprendemos a usar, que “crescemos” e continuamos agindo de acordo com o que esperavam de nós, sem, uma vez sequer, olhar pra dentro e perguntar se era aquilo mesmo, se éramos aquilo mesmo.

O direito de ser diferente

direito de ser diferente juro valendo

E assim, pra “caber na caixinha” do socialmente aceito, perdemos, pouco a pouco, a pulsação. Esquecemos quem verdadeiramente somos, abafamos dentro do peito os nossos sonhos, as nossas vontades e nossos desejos mais profundos, e não só nos isolamos, mas nos perdemos de nós mesmas.

E quando isso acontece, quando você esquece de quem é pra ser quem o outro quer, por medo da rejeição, você morre por dentro, e morre, veja só, por causa da rejeição. Não a dos outros, mas a de si mesma.

Você se rejeita quando tem medo de mostrar quem você é e o que você quer. Você se rejeita quando cala a própria voz e acata tudo o que o outro diz por puro medo de ser julgada. Você se rejeita quando deixa de fazer o que quer, de correr riscos e de cometer erros por medo de ser apontada pelos outros. Você se rejeita quando vai contra o seu próprio ser pra agradar a quem quer que seja. E se rejeita tanto, e na maioria das vezes sem perceber, que a alma vai ficando oca, a vida vai ficando seca e, no fim, todo mundo acaba rejeitando você.

Sei bem pouco da vida e ainda tenho muita estrada pela frente, e nesse meio tempo já meti o pé pelas mãos muitas vezes, já fiz coisas das quais não me orgulho, já chorei litros, já me perdi, me culpei, me condenei e muitas coisas mais… Mas eu sou humana, vou cometer erros sempre, e, me perdoem os semi-deuses desse mundo, viver é isso mesmo.

E é por isso que hoje escolho viver do meu jeito, com as minhas próprias regras, sem sequer cogitar a possibilidade de ser o que esperam que eu seja, porque aprendi não só a me aceitar, mas, principalmente, a amar tudo o que me torna diferente, que é, no fim,  o que faz de mim o que realmente sou.

o direito de ser diferente juro valendo

E sim, eu bem sei o preço que se paga por isso, mas esse é um preço que pago com prazer, pois nada é tão valioso quanto a liberdade de ser o que se é, de sentir, pensar, falar, sonhar e fazer o que a gente realmente quer. E sabe porque? Porque essa é a minha vida, e ela deve ser pautada nos meus parâmetros, nas minhas vontades, nos meus sonhos, nas minhas crenças e não nos desejos, ideais e julgamentos alheios.

Serei julgada por isso? Com certeza, mas todo mundo (infelizmente…), inclusive eu e você, julgamos, condenamos e apontamos o dedo o tempo todo, e a gente não precisa se importar muito com isso, porque quando a gente se importa acaba dando poder ao outro. Poder de moldar as nossas ações, a nossa vida, o nosso destino…

Vou sofrer por ser “condenada”, por não ser aceita e outras coisas mais? Vou, em algum grau vou sim. Mas se esse é o preço, eu pago. Se essa é a consequência, eu aceito. O que eu não aceito é alterar, por nada nesse mundo, a pessoa que eu sou, é viver como um fantoche, sendo comandada e direcionada por alguém que não seja eu.

E mesmo que eu cometa mais um milhão de erros, e mesmo que eu perca 100 milhões de vezes, vou continuar teimando em ser quem sou, porque no fim não importa se vou ganhar ou perder com minhas escolhas, se vou errar ou acertar, porque todo mundo vai de um jeito ou de outro. O que importa é que eu tenha a liberdade de escolher cada um dos meus caminhos, de fazer cada uma das minhas escolhas, de ser  eu mesma, enfim.

Beijos, Ju♥

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03.05.2016

Parabenos: Usar ou não usar?

Eis a questão!

De um ano pra cá o temor pelos parabenos tomou conta da internet e não existe um dia sequer que não receba perguntas sobre o assunto, então resolvi, depois de conversar com algumas pessoas que realmente entendem do assunto e de ler vários estudos, falar sobre isso por aqui.

Parabenos: o que são e pra quê servem?

Os parabenos nada mais são que conservantes, os mais comuns e utilizados em cosméticos, produtos de higiene pessoal e até em alimentos desde a década de 30, justamente porque são baratos, inodoros, incolores, apresentarem baixa toxicidade e alergenicidade,  e possuem um amplo espectro de atividade antimicrobiana, ou seja, eles impedem o crescimento de bactérias e fungos, por exemplo, o que é essencial.

Essencial porque todo produto cosmético que contenha água na composição, e a grande maioria possui, precisa de conservantes para evitar contaminações e prevenir a proliferação de micróbios, justamente para que o seu uso seja seguro para nós, evitando inúmeros problemas causados pelo uso de produtos contaminados, inclusive infecções.

E quanto ao uso de cosméticos sem nenhum conservante, eu jamais usaria, exceto no caso em que eles são realmente dispensáveis, porque tudo é passível de contaminação, inclusive a água utilizada na formulação desses produtos. No mais, é preciso ponderar a questão do prazo de validade, porque é evidente que se não tem conservantes, o prazo de validade é infinitamente menor, certo?

Parabenos são perigosos?

A controvérsia em relação aos parabenos, mais especificamente sobre a sua segurança, começou em 2003, e no ano seguinte um estudo independente relacionou o uso de parabenos ao câncer de mama. Como existem evidências de que os parabenos podem vir a mimetizar fracamente o estrogênio, passou-se a acreditar que eles desregulam os hormônios e aumentam o risco de câncer de mama, dentre outras coisas.

Contudo, vários estudos posteriores constataram que não existem evidências conclusivas que sustentem essa teoria, e em 2005, quando foram feitas novas avaliações relacionadas aos limites de exposição e de uso dessas substâncias, ficou estabelecido que o seu uso não era um fator de risco à saúde de mulheres e crianças, tanto que a Cosmetic Ingredient Review Board entendeu que não havia necessidade de fazer qualquer modificação em relação aos parabenos.

No mais, o FDA já declarou que, nas quantidades utilizadas em produtos de cosmético e higiene, os parabenos não oferecem riscos para a saúde, e por aqui a Anvisa também já se manifestou.

Em relação a problemas na pele, eles podem sim causar reações, como qualquer outro conservante, como qualquer outro produto. Eu, por exemplo, tenho alergia a água fria, alergia séria, e já falei disso por aqui. Assim,  é preciso ter em mente que tudo, absolutamente tudo pode causar reações alérgicas.

Então, você pode até não usar parabenos, mas com certeza o seu produto tem algum outro conservante, às vezes dois, três ou mais, que não foram submetidos a tantos e tão rigorosos testes como os parabenos, e isso, pra mim, é um problema, porque acredito que quanto mais testes forem feitos, melhor, porque isso aumenta o nível de segurança, sabe?

Não, eles não são santos!

Não estou dizendo, com isso, que os parabenos são as melhores coisas do mundo, porque não são. O que acho é que se existem dúvidas em relação aos parabenos, que sim, podem apresentar riscos, como qualquer outro conservante, é preciso que se analise exaustivamente todas as outras opções, e que seus efeitos sejam observados a fim de garantir a sua eficácia e, sobretudo, a sua segurança a médio e longo prazo.

parabenos

Alternativas aos parabenos

Já vi algumas pessoas alegarem que cosméticos não deveriam ter conservantes (?), e em  relação isso só digo o seguinte:  eu jamais usaria, exceto nos casos em que eles fossem realmente dispensáveis, porque tudo é passível de contaminação, inclusive a água utilizada na formulação desses produtos. No mais, é preciso ponderar a questão do prazo de validade, porque é evidente que se não tem conservantes, o prazo de validade é infinitamente menor, certo?

Existem sim os “conservantes naturais”, como o sal e a argila, por exemplo, mas eles não podem ser utilizados em todos os produtos, de modo que sua utilização, via de regra, é feita, na maioria dos casos,  em produtos solidificados, sem água na composição. Então, sim, a ideia de produtos auto-conservantes é bem legal, mas não funciona em todos os casos.

Outras alternativas que são menos nocivas são alguns óleos essenciais com ação fungicida e bactericida, além de ativos antioxidantes, que também podem ajudar na preservação da fórmula, e o sorbato de potássio, mas é preciso analisar se esses conservantes são viáveis em todos casos, o quão são eficazes e seguros a longo prazo, que é o que mais me preocupa.

conservantes sintéticos

Em relação aos conservantes sintéticos, existem sim várias outras opções, tais como o fenoxietanol, álcool benzílico, metilcloroisotiazolinona, metilisotiazolinona, benzisotiazolinona, phenoxyethanol e muitos outros, e todos podem ser prejudiciais em algum nível, inclusive os naturais.

Ou seja, infelizmente não existe nenhum conservante que seja 100% “do bem” em todos os aspectos, que seja 100% seguro em relação a tudo, a médio e longo prazo, e que garanta, com 100% de certeza, que não vá causar alergias, reações ou algum problema de saúde.

O que acho que precisa ser feito é uma análise extremamente detalhada, com estudos independentes que observem os efeitos e a segurança a longo prazo de cada um desses conservantes, porque assim a gente tem como comparar e ponderar melhor, sabe?

Eu gosto muito de produtos mais naturais, isso é importante pra mim,  e dou preferência a eles, mas nunca deixei de usar um determinado produto exclusivamente pela presença dos parabenos. E vocês, o que acham?

Beijos, Ju♥

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