04.10.2017

Tendências Para o Verão 2018: Pra Atualizar o Armário Gastando Pouco!

Quando chega a primavera o armário muda, né? As roupas mais escuras e pesadas dão lugar aos tecidos leves e tons coloridos, e a gente já começa a ver nas revistas e vitrines as tendências para o verão, que em 2018 estão bemmm interessantes!

tendência para o verão 2018

tendências para o verão 2018 + descontos!

Além de mostrar as tendências, tem dica das boas:  a Buykers Brasil, uma plataforma que reúne dezenas de milhares de cupons de descontos e promoções de lojas online de todo tipo!

Fui olhar as lojas de roupas, e tem várias que amo e compro sempre, desde aquelas onde a gente faz um monte de achados baratex até as mais caras, incluindo Amaro, Dafiti e Zattini! E tem também lojas de beleza e cabelos, papelaria, livros, casa, decoração, presentes, eletrônicos, eletrodomésticos, pets, turismo e e tudo que a gente puder imaginar.

Então, já salva aí o site da Buykers Brasil e antes de fazer qualquer compra pela internet passa lá e confere em quais lojas tem os melhores cupons de desconto, tá?

Adoro desconto, meu povo, principalmente pra comprar roupas e acessórios, porque moda é ainda mais legal quando é usável, cabe no nosso orçamento, fica bem no nosso corpo e as peças são facilmente encontradas, não é mesmo?

Então vamos lá!

Camisaria desconstruída

Amo alfaiataria, e já estava de olho na camisaria desconstruída da Amaro, que tem peças lindas, modernas e com um preço super bom.

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O mais legal dessa tendência é ver uma peça clássica, que todo mundo tem no armário, ganhando uma releitura interessante e usável, ora com babados, mangas, golas e ombros diferentes, ora sendo transformada em vestido, com sobreposições e várias outras possibilidades.

Aposta certeira pra atualizar o armário!

Vichy, lavanda e cores Vibrantes

Os tons mais clarinhos deram lugar às cores mais vibrantes, com muito laranja, pink, vermelho, amarelo, verde e azul, além da lavanda, um tom que amo com força!

A mistura de vermelho com pink também reinou nas passarelas e é uma combinação que relativamente fácil, principalmente pra quem não gosta de ousar tanto. Porque, sim, ao invés de cores “complementares”, vi muitas composições com cores “opostas”, como roxo e amarelo, azul e laranja, vermelho e verde, mostarda e azul bebê e por aí vai.

tendências para o verão 2018

E ao invés de listras azul e branco, preto e branco ou vermelho e branco, que são a cara do verão,  teremos combinações mais “inusitadas” e vibrantes também, com um navy reinventado, tando em roupas como em acessórios.

E a estamparia do momento, claro: Vichy! Em todas as lojas que entrei encontrei muitas peças legais, inclusive comprei duas na Amaro, assim que chegar mostro pra vocês!

Muito romance e feminilidade

Nas estampas, nos cortes e nos detalhes, o romance, com muitos babados, florais, ombros à mostra, peças esvoaçantes e detalhes delicados, é o dono do verão. Uma coisa meio “camponesa moderna”, sabe?

tendências para o verão 2018

Amo com força os vestidos longos, os decotes cheios de detalhes, o “ombro a ombro”, as mangas trabalhadas, e as peças que “caem” de um lado, deixando o ombro de fora. Independente de moda ou estação, uso sempre!

As bolsas do verão 2018: tem até pochete!

Pois é, as pochetes, sempre polêmicas, estão em todos os lugares. E a versão de crochê, que deu as caras no desfile da Zimmermann, tem tudo pra ser o novo hit do verão. Quem se arrisca? Sempre tive cisma, mas essa versão é uma graça!

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Mas o que amei mesmo foram as bolsas de materiais naturais, mais rústicas. Já quero de vários tamanhos e modelos, acho incrível!

E vocês, gostam de alguma dessas tendências? Contem aí! Ah, e voltarei a fazer achados de fast fashion por aqui, tá? Tem muita coisa linda e com preço bacana pela internet, gente!

tendência para o verão 2018

*Para conferir o post em áudio é só clicar aqui.

Beijos, Ju ♥

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23.10.2015

Dica de moda: o que pode ou não vestir?

Pode tudo o que você quiser, simples assim!

Faz tempo que perdi o ânimo pra ler revistas e blogs de moda, com raríssimas exceções, porque tudo aquilo me parece muito fora da minha realidade, porque tenho preguiça dessa loucura de “tem que ter” e, sobretudo, porque o “pode ou não pode” me faz perder a paciência.

O que pode é o que você quiser usar, o que te faz sentir bem e ponto final. Nenhum outro critério pode, sequer, ser sugerido, porque é o seu corpo, são as suas roupas, as suas escolhas, e ninguém tem nada a ver com isso.

Pois é, não deveria ter, mas, pelo visto, tem sim. E não tô falando mais de revistas e blogueiras de moda não, porque a coisa já ultrapassou os limites e agora, sem generalizar, claro,  até vendedoras de loja acham que podem decretar o que você pode ou não vestir, o que fica ou não fica bem em seu corpo. Pior, sem que você pergunte.

dica de moda o que pode ou não usar

É, minha gente, a síndrome de dona Maricota, que passa a vida na janela cuidando e opinando sobre a vida alheia, alcançou novos patamares.

Digo isso porque essa semana passei por uma situação, digamos, engraçada, e quando compartilhei lá na Fan Page vi que a coisa é muito pior do que eu, inocente, imaginava.

Entrei numa loja e fiquei olhando algumas peças quando uma saia midi com preguinhas chamou a minha atenção. Chamei a vendedora, que nunca tinha visto antes, e perguntei se aquela saia tinha em mais cores e na minha numeração. Ao invés de responder a minha pergunta, ela pegou a peça e disse que eu não deveria usar aquele tipo de saia porque não iria valorizar o meu corpo. Não satisfeita, foi além e disse que quem tem quadril largo não pode usar saia com pregas, e quem é baixinha não pode usar saia midi, porque corta o corpo e fica “feio”.

Se fosse num outro dia eu teria dado as costas e saído, mas nesse dia estava fazendo muito calor e eu realmente não me segurei… Delicadamente e sem alterar o tom de voz, eu fiz o seguinte questionamento:

– Eu te fiz alguma pergunta sobre o tipo de roupa que eu deveria usar, sobre o que fica melhor ou pior no meu corpo? Eu pedi a sua opinião? Eu perguntei se tinha a minha numeração e quais eram as cores disponíveis, e ao invés de responder o que eu perguntei, você acha que pode dizer o que eu posso ou não posso usar? Eu uso o que eu quiser, e não vou dizer o que você deveria fazer com a sua opinião porque não tenho paciência pra desenhar.

Depois disso dei as costas e saí, e acho sim que fui “grossa”, mas cansei de ter educação com gente sem noção, porque isso pra mim é falta de noção, é invasão, sabe? Como assim que uma pessoa que eu não conheço, que não pedi a opinião vem dizer o que eu posso ou não usar, gente? Até onde sei, é o meu corpo, e no meu corpo eu posso e devo usar o que eu quiser, o que tiver vontade, o que me fizer sentir confortável.

Sinto informar, mas quem tem que gostar do que estou usando (ou quero usar) sou eu, e se isso incomoda a quem quer que seja, o problema não é meu.

Claro que todo mundo tem “pontos fracos” ou coisas que não gosta em si mesmo, e não tem nada demais  querer disfarçar isso e valorizar os chamados “pontos fortes”. Eu, por exemplo, sempre quero coisas que me façam parecer mais alta e disfarcem meus bracinhos gordinhos, mas não vou deixar de usar camiseta ou saia midi por causa disso, e não posso permitir que um estranho venha dizer que não posso usar o que eu quero usar porque, na sua opinião, vai ficar feio.

Essa é uma decisão minha, é uma escolha minha, e a menos que eu peça a sua opinião, você deve guardá-la pra si. Foi isso, aliás, que aprendi ainda pequena, como uma daquelas lições básicas de educação. Fica a dica!

Beijos, Ju♥

 

22.09.2015

A sua moda não me representa

não mesmo!

Dia desses estava conversando com uma amiga, dona de loja, e ela começou a reclamar da crise, da queda nas vendas e da concorrência, e resolvi fazer uma pergunta que martela na minha cabeça faz tempo: porque 99% das lojas só vendem roupas pra um tipo específico de “corpo”?

Ela respondeu que o nicho dela não era plus size, e eu disse que não estava falando disso. Expliquei, então, que na maioria das lojas que entrava não existiam roupas pra quem não fosse do “tamanho certo” e com medidas que se encaixem no, supostamente, ideal.

Ela me disse que isso não existia, que era coisa da minha cabeça, e como achei que ela não estava entendendo, resolvi exemplificar com amigas em comum: falei da Sara, que é magra, mas bem alta, e tem a maior dificuldade do mundo em encontrar uma calça que não fique “no meio da canela”, um vestido que fique no joelho e não na coxa, uma camisa social que consiga “chegar” ao punho. Ela é advogada e faz roupas sob medida, pois raramente encontra alguma coisa que sirva.

a sua moda não me representa

Falei da Daiane, pequena e magrinha, que só encontra jeans em lojas para crianças e adolescentes. Falei da irmã dela, a Larissa, que, assim como eu, tem o quadril bem grande, as coxas grossas e a cintura fina, corpo que, aliás, é comum por aqui. A Larissa tem a maior dificuldade em encontrar calças ou shorts, e a solução é comprar 2 números maiores e mandar ajustar na cintura.

Esses são apenas 3 exemplos de uma realidade muito maior, de uma parcela gigante da população que não se encaixa no que é vendido nas lojas. Só pra dar uma noção mais exata, os dados oficiais apontam que mais de 52,5% da população está acima do peso,  o que significa que mais da metade das pessoas do país, logo de cara, não cabem, via de regra,  no que é vendido nas lojas, que raramente vai além do 46.

Mas ó, nem é preciso fuçar dados e pesquisas, é só sair do automático e olhar para os lados pra perceber que a grande maioria simplesmente não se encaixa no tal do padrão, da modelagem ou de sei lá o quê que é vendido.

E sabe o que é mais engraçado? É que essa parcela gigante de mulheres é tão (ou mais) consumista que as que “se encaixam”. Essas pessoas estão sedentas por ter o que nunca tiveram: roupas que lhe sirvam. Só que elas não acham.

E nem venham me falar em lojas específicas para as magrinhas, para as pequenas, para as altinhas ou para as gordinhas, porque na minha cabeça loja de mulher tem que vender roupa de e para mulher, e uma mulher não deixa de ser mulher por ser mais ou menos alta, mais ou menos magra, mais ou menos gorda e por aí vai.

Sim, eu sei que é impossível que em uma única loja a gente encontre peças que caibam perfeitamente em todo tipo de corpo, até porque são dezenas de particularidades, mas é preciso ampliar o leque de opções, mudar as fórmulas e criar coisas novas, porque a forma como a coisa funciona hoje não representa grande parte da população.

A mim, pelo menos, não representa, e o que parece é que, implicitamente, estão me dizendo que a menos que eu me adeque a “modelagem ideal”, eu simplesmente não o direito de escolher o que vestir, eu tenho que me contentar com o que achar, com o que der, porque simplesmente não tenho outra opção.

Tem coisa mais cafona e limitada que isso? Tem não!

Beijos, Ju♥

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