05.11.2013

Corte Químico: O Que Fazer Pra Salvar o Cabelo?

Uma das novas Tags do blog é a “Por Um Fio”, onde eu vou tratar de forma mais completa de vários dramas capilares, e vou começar pelo pior: corte químico!  Ao longo dessa semana farei vários posts sobre o assunto, que é longo, mas vou começar com os “cuidados imediatos”, tá?

Já falei nesse post aqui que tive vários cortes químicos, sendo que o último foi no final do ano passado, e consegui recuperar o cabelo de forma relativamente rápida, porque em menos de três meses o cabelo já estava digno novamente, mas até hoje, um ano depois, ele ainda tem resquícios do problema, embora eu cuide bastante.

Isso é normal porque o tempo médio que um cabelo leva para se recuperar de um corte químico é de 2 anos. Ou seja, cuidado com o que você faz pra não se arrepender depois!

corte químico

Corte químico:Como Identificar?

O corte químico acontece quando utilizamos químicas incompatíveis, mas, como já expliquei antes, também considero como corte químico a quebra dos fios quando, estando fragilizado, aplicamos algum tipo de química, como descolorações, selagens, progressivas e alisamentos, bem como quando aplicamos alguma química que é muito agressiva, mesmo estando com o cabelo saudável, e o cabelo não aguenta.

O resultado em qualquer um desses casos é um cabelo emborrachado, poroso, muito frágil, fino e com quebra. Essa quebra dos fios pode ocorrer de forma imediata, quando os fios partem no local exato onde a química foi aplicada, ou após algum tempo, o que é muito comum em quem usa progressiva, selagem, botox e similares, porque, a princípio, o cabelo fica ótimo, já que está “encapado”, mas depois de duas semanas começa a partir em pedacinhos.

Quando isso acontece, o cabelo perde as substâncias essenciais para sua existência, como as proteínas, que são o “cimento” capilar, a água, os minerais e os lipídeos.

juro valendo

Diante desse quadro é preciso estabelecer um “plano de ataque” com cuidados imediatos e com cuidados mediatos, porque o tratamento será longo!

Corte químico: como tratar?

A primeira coisa a fazer após o corte químico é uma reconstrução. Nenhum outro tratamento vai ajudar nesse momento, porque o que o cabelo precisa, em primeiro lugar, é de massa, é de proteína, e quem fornece isso é a reconstrução. Hidratação e nutrição são ótimos, mas não é, de imediato, do que o cabelo precisa.

Qual reconstrução usar? A melhor que você puder pagar! A minha sugestão é, sempre, o Extreme Up, que é um levanta defunto. Ele vai resolver? Claro que não, porque serão precisos meses de tratamento pra que o cabelo melhore, mas ele vai dar o suporte necessário para que o cabelo sobreviva.

Existem outras boas reconstruções? Sim, aos montes, e você precisa fazer alguma, e isso no mesmo dia do corte químico. Não tem nenhuma? Use queratina!

A queratina não vai salvar seu cabelo, porque uma boa reconstrução tem muito mais que queratina, mas ela vai segurar até que você vá em algum salão ou compre alguma máscara. Falo isso porque já tive um corte químico num sábado de feriado e nada funcionava, então usei queratina imediatamente pra que o cabelo “aguentasse” até a segunda.

juro valendo

Reconstrução salva!

Se o corte químico aconteceu no salão, faça a reconstrução e peça pra secar e escovar o cabelo, mas com muito cuidado, porque  o cabelo com corte químico demora muito pra secar e embola completamente, e isso faz com que ele quebre mais facilmente.

Dependendo do tamanho do estrago, sugiro cortar o cabelo. Sei que isso é de arrasar com qualquer ser vivente, mas é muito melhor ter um cabelo curto, mas “simétrico”, do que ter um cabelo longo todo irregular e partido! No meu último corte químico, cortei o cabelo ainda no salão,  antes da reconstrução, e isso ajudou a disfarçar o estrago.

Essas são as primeiras providências, e nos próximos posts vou explicar qual é o “cronograma” de tratamento e quais os produtos indicados, tá? Recomendo muito esse post aqui: Cabelo Elástico: Guia Rápido pra Salvar o Cabelo!

Tratamentos baratex que podem ajudar:

Beijos, Ju

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05.11.2013

40 semanas:O Que Mudou na Minha Alimentação

Desde que descobri a gravidez, quando estava com cerca de 5 semanas de gestação, decidi mudar alguns hábitos alimentares para que o bebê crescesse forte e saudável e para que eu não engordasse além do necessário.

Ao contrário do que muitas pessoas dizem, mesmo grávidas, não precisamos dobrar a quantidade de comida, pois não existe “comer por dois”. Se fosse desta forma, haveria vários casos de bebês que nasceriam com, ao menos, metade do peso que a mãe engordou. Nada justifica uma mãe engordar 30kg e o bebê nascer com 4kg, ou seja, esta estória de que devemos comer por 2 é mito!!!

alimentação grávida

Eu sempre comi bastante verdura, legume e frutas e sempre tomei muita água. No entanto, sempre fui viciada em pizza, Mc Donalds, Coca-Cola e Schweppes Citrus. Estas coisas certamente não acrescentariam nada ao bebê e me prejudicariam.

Em primeiro momento já cortei os refrigerantes. Tentei várias vezes comer pizza, mas passei mal e com o Mc Donalds vomitei mais do que qualquer outra vez.

Por um lado foi bom isso acontecer, pois agora tenho medo de comer estas coisas e nem tento ingeri-las.

Apesar de já consumir muitas frutas, legumes e verduras, passei a me alimentar praticamente disso, já que, com tantos enjoos, ficou impossível cozinhar ou comer em restaurante. A comida da minha mãe me salvou e me salva várias vezes na semana e meu marido cozinhou outras tantas, mas eu mesma cozinhei muito pouco, apesar de gostar e me virar bem.

Basicamente, minha alimentação tem sido fruta no café e no lanche da manhã e da tarde, acompanhada de bolacha de água e sal, no almoço e no jantar arroz branco temperado somente com sal e alho e salada de folha verde escura (porque tem ácido fólico e contribui na formação do bebê), batata, filé de peixe e ovo cozido.

alimentação grávida

Também tomo muito suco de caju e açaí com amora, água de coco e Gatorade, vomitei tanto que só o Gatorade funcionou para me hidratar.

Não consegui comer até as 11 semanas feijão de nenhum tipo e acredito que nunca mais vou comer bacon, presunto, Mc Donalds, calabresa e milho verde em conserva na vida! Só de pensar nestas coisas tenho calafrios.

Por outro lado, nunca tinha comido fígado de boi e senti uma vontade enorme, na verdade, acredito que era mais necessidade, pois como não estava comendo feijão, penso que meu corpo estava pedindo ferro. Comi fígado dois dias e até agora não acredito que fiz isso!!! Também deixei de tomar meu querido vinho tinto às sextas-feiras. É por um bem maior!

A cada dia mais percebo que a gestação te causa sensações muito contraditórias. No entanto, já tenho tanto amor por este serzinho que está crescendo dentro de mim que tudo o que for melhor pra ele, vai ser melhor pra mim.

Beijão, Dani.

04.11.2013

Óleo de Jojoba: Funciona em Qualquer Cabelo!

Quando falei dos óleos pré-shampoo, disse que os meus preferidos são o de abacate, o de coco e o de jojoba, e resolvi fazer vários posts explicando as propriedades de cada óleo, porque assim cada um escolhe o que for mais interessante, né? Vou começar pelo óleo de jojoba, que é o terceiro na minha escala de preferência!

óleo de jojoba

Óleo de Jojoba No cabelo: serve pra quê?

O óleo de jojoba é extraído da castanha de jojoba, rico em vitamina E, que é antioxidante,  em minerais e em proteínas. É um óleo um pouco mais claro, que não estraga fácil nem fica “rançoso” com o tempo, o que aumenta a sua  durabilidade.

Ele possui ação umectante, lubrificante, emoliente e restauradora, de modo que nutre, amacia e restaura os fios em profundidade, podendo, inclusive, ser usado por meninas de cabelos mistos ou oleosos, pois ele ajuda a reduzir a oleosidade no couro cabeludo e a combater a caspa. No mais, doa brilho aos fios e promove maciez.

óleo de jojoba

Apesar de ser bastante usado para umectar e tratar os fios, seu uso mais difundido é no tratamento do couro cabeludo, já que ele consegue dissolver  o sebo acumulado, além de ajudar a regular a oleosidade. É por esse motivo, aliás, que muita gente diz que esse óleo ajuda no crescimento dos fios, pois o acúmulo de sebo impede o cabelo de crescer e propicia a queda, e quando esse excesso de sebo é removido, o cabelo volta a crescer normalmente.

É super leve e pode ser usado em cabelos oleosos!

Uma coisa legal em relação ao óleo de jojoba é que ele é leve, apesar de mais parecer uma cera,  e versátil, podendo ser usado pra combater a oleosidade do couro cabeludo, mas também para combater a descamação da raiz, já que ele é um óleo bem lubrificante.

como usar óleo no cabelo

Ele não “amolece” o cabelo como acontece com o óleo de coco, mas nutre e trata muito bem, e sem pesar nos fios, tanto que já usei muito como reparador de pontas quando tinha o cabelo cacheado. Dá pra usar na umectação, como pré-shampoo e também para melhorar o efeito de máscaras de tratamento.

Ao comprar, verifiquem o  rótulo pra ver se o produto é 100% puro, já que muitas marcas misturam o óleo de jojoba com o óleo de girassol ou o óleo de soja pra baratear o preço, o que compromete os resultados do produto. O que eu mais gosto é o da Laszlo, mas o da By Sâmia também é muito bom!

Nesse post aqui tem todas as formas de uso dos óleos vegetais nos cabelos: Como Usar Óleos Vegetais nos Cabelos?

Beijos, Ju

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