06.04.2016

Mel Esfoliante Terapia dos Óleos Indianos Nativa SPA

O novo esfoliante corporal do Boti!

Quem é leitora “das antigas” sabe do meu vício por esfoliantes, e quando vi que o Boti lançou a linha Terapia dos Óleos Indianos botei alguns produtos na lista, inclusive o Mel Esfoliante Nativa SPA.

Já tomei muito puxão de orelha da minha dermato por causa de esfoliantes, tanto corporais quanto faciais, mas, gente, a tentação é grande demais, porque eles removem as células mortas e isso deixa a pele muito mais lisinha, sedosa e gostosa, sabe? Acho tão mais gostoso de tocar… Ahhh, eu acho! rs

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E, no caso dos esfoliantes corporais, já existem vários que vêm com óleos vegetais e grânulos menores, então, além de serem menos agressivos, eles ainda hidratam e protegem a pele. Só vejo vantagem! haha

E sim, esses são meus argumentos quando tomo puxão de orelha, mas abafa o caso!

Mel Esfoliante Terapia dos Óleos Indianos Nativa Spa

De acordo com informações da marca, esse mel esfoliante “contém ingredientes nutritivos, óleos e especiarias da Índia, e fórmula enriquecida com mel e sal do Himalaia, agentes emolientes e hidratantes, o que garante uma esfoliação moderada, que remove as impurezas e hidrata ao mesmo tempo.”

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A embalagem é bojudinha, vem com tampa de flip-top e conta com um lacre de proteção. Em relação a tampa, prefiro as de rosquear para esse tipo de embalagem, acho que são mais seguras pra levar em viagens, por exemplo, sabe? A minha embalagem tem horas que não trava nem com reza brava, o que não é um problema se o produto ficar apenas no box.

A textura é de um mel mesmo, só que sem aquela coisa melequenta e pegajosa, e achei grânulos de dois tamanhos: a maioria bem pequenos, tipo açúcar daqueles fininhos (de confeiteiro), e outra parte de grânulos um pouco maiores, tipo açúcar “normal” (o refinado).

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No site da marca consta a informação que o cheiro é uma mistura de pimenta-negra, gengibre, canela, flor de pêssego, rosa, jasmim, cravo, baunilha e sândalo, e eu esperava um cheiro mais forte de mel, que adoro, mas encontrei um cheirinho doce, quente e gostoso.

A aplicação é a mesma de qualquer outro esfoliante, e como o produto contém mel na composição, desliza fácil e esfolia sem agredir, promovendo uma esfoliação de suave, mas boa o bastante pra remover as células mortas e impurezas, deixando a pele mais macia e lisinha.

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Após o enxágue, a pele fica com a textura mais aveludada, como acontece quando a gente aplica óleos corporais (adoro!), o que é um filme de proteção contra a perda hídrica, garantindo mais hidratação para a pele, mas quem não gostar dessa sensação pode usar sabonete depois sem problema. Eu não uso, porque né, minha pele do corpo é bem ressecada, adoro óleo corporal e já queimo uma etapa, porque usando ele acabo dispensando o óleo.

Comparando, ele é mais suave que o Açúcar Esfoliante Revigorante Baobá & Tamanu, do Boti, e a Manteiga Esfoliante com Óleo de Castanha, da Natura, que eu amo, o que significa que tô fazendo arte e usando todo dia de noite, mesmo sabendo que o ideal seria usar umas duas vezes na semana, no máximo.

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P.s: o “machucado” na mão é arte de Samuca, o gatinho novo!

Ele vem com 200g, custa R$51,99 e, mesmo tendo gostado bastante, acho um tanto quanto “salgado”, até porque na minhã mão o potinho não dura nem um mês! rs

Alguém já usou? Querem resenha de mais algum produto dessa linha? Se não detalhar por aqui, faço “resenha” no Instagram, Facebook e Snapchat (em todos nós somos “JuroValendo”, add lá!), tá?

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E se tiver algum esfoliante que vocês amem muito, indiquem aí, vou amar!

Beijos, Ju♥

06.04.2016

Cleansing Oil Yokata Mahy

Pele limpa e linda já!

Falei semana passada que voltaria a usar um óleo de limpeza facial que tinha começado a testar tempos atrás, antes da pele se transformar numa bacia de petróleo, e como não notei nenhuma alteração na oleosidade, vim apresentar pra vocês o Cleansing Oil Yokata Mahy, porque novidade é um trem bom e a gente gosta, né?

Cleansing Oil Yokata Mahy: O que é isso?

Cleansing Oil Yokata Mahy

De acordo com as informações do rótulo, “o Cleansing Oil Yokata Mahy é um óleo de limpeza com enxágue, inspirado na rotina asiática de cuidados com a pele. Ele equilibra e purifica a pele, garante uma hidratação balanceada, remove instantaneamente a maquiagem, inclusive as que são à prova d´água, não deixa resíduos oleosos e é indicada para todos os tipos de pele.”

Ou seja, é um produto pra ser usado diariamente na limpeza da pele, já que remove impurezas e resíduos, e também na remoção da maquiagem, garantindo uma pele mais saudável, já que, nesse caso, a limpeza se dá por afinidade, o que significa que a pele não é agredida, não gerando uma desestabilização da barreira de proteção natural.

Cleansing Oil Yokata Mahy

E a composição é um daqueles troços que a gente olha e agradece, porque não tem sulfatos, parafina nem parabenos, todos os óleos usados são 100% vegetais, inclusive o de arroz, que é o principal ingrediente da fórmula, que conta, ainda, com um tantão de extratos vegetais.

Esse tipo de coisa já me deixa animada, sabia? Mas vamos pro que interessa, a prova dos nove! rs

Cleansing Oil Yokata Mahy: a prova dos nove!

A embalagem é plástica, vem com 120 ml e conta com um pump com trava. A textura é de de óleo, só que leve, e ele parece ser amarelo mais escuro, mas quando a gente coloca na palma da mão fica clarinho. E o cheiro é bem suave e gostoso.

Cleansing Oil Yokata Mahy

A forma de usar é simples: primeiro a gente agita a embalagem, e depois é só aplicar 2 ou 3 pumps (uso 2, no máximo!) na palma da mão e espalhar na pele seca do rosto, massageando suavemente. Em seguida, é só umedecer o rosto e massagear novamente a pele para emulsionar o produto, enxaguando em seguida.

A indicação é usar de manhã e de noite, mas tô usando só no período noturno, porque ele remove o Bioré e já dá um trato na pele, aí de manhã eu uso o Sabonete Puriance Profuse, próprio para peles oleosas (tô amando, gente!).

Parece estranho, num primeiro momento, usar um óleo ao invés do sabonete para limpar a pele, principalmente para quem tem pele oleosa, e também porque, por óbvio, ele não faz espuma, e eu amo espuma, mesmo sabendo que espuma não tem relação nenhuma com limpeza, sabe?

Cleansing Oil Yokata Mahy

Daí a gente já vai na cisma de que não funcionar, só que funciona, e muito bem! Ele remove as impurezas da pele, o excesso de oleosidade (sim!), o filtro solar (no meu caso, o Bioré),  a maquiagem e qualquer coisa que a gente aplique no rosto, e tudo isso sem agredir nadinha, sem irritar e sem causar danos.

E o engraçado é que quando a gente umedece a pele e emulsiona o produto, a textura fica leitosa e é como se nunca tivesse existido um óleo ali, até porque a coisa é bem leve.

Dessa segunda vez ainda não notei melhoras na pele, porque comecei a usar tem pouco tempo, mas na primeira vez a pele ficou muito mais viçosa e revitalizada, e foi bem na época em que minha pele estava mais sensível, então não tive nenhum tipo de problema.

Cleansing Oil Yokata Mahy

Não percebi nenhum tipo de alteração na oleosidade, é um produto que rende bem e que faz diferença, sabe?  No mais, preço é bem bom (R$59,99), principalmente se a gente comparar com os outros que têm no mercado e que mostrei no post anterior.

Achei pra vender no site da marca e na Nikkey Cosméticos, mas nunca comprei lá, então não sei como é que funciona. Acho bom avisar!

Alguém já usou? Indicam algum outro? Contem aí! E pra quem quiser conferir mais coisinhas sobre óleo de limpeza facial, tem esses posts aqui, ó:

Beijos, Ju♥

05.04.2016

Detox na Vida, por favor!

por que tudo pode ser mais leve...

Um dos meus compromissos pra esse ano foi remover excessos, desocupar espaços, deixar as coisas mais leves, fáceis e simples, e depois de tirar de casa uma quantidade absurda de roupas, sapatos, acessórios, livros (também!) e cosméticos, muitos cosméticos, percebi que precisava de um detox na vida.

Já venho falando faz tempo de toda essa historinha de parar de carregar tanto peso emocional, mas só agora me dei conta de que precisava ser menos “café com leite”, sabe como é? Percebi que precisava ser mais honesta comigo, parar de enrolar e tirar da vida, de uma vez por todas, as coisas, sentimentos e pessoas que, de alguma forma, não me faziam bem, que não faziam mais sentido, que não deveriam estar ali.

A “faxina” mal começou e já tirei toneladas, com exagero e tudo, de sentimentos acumulados, de palavras não ditas e coisas mal resolvidas, porque sempre faço de conta que está tudo bem, que não me importo, que as coisas não me atingem, quando, muitas vezes, elas me atingiram profundamente e magoaram a ponto de nunca me deixar esquecer.

Mas eu fingia, inclusive pra mim mesma, que não era nada demais, colocava embaixo do tapete e seguia. Mas sabe que cansei? Ah, cansei! Cansei de entender, cansei de dizer sim quando não era adequado nem o talvez. Cansei de tanta coerência, de sempre equilibrar a balança, de toda essa hipocrisia fantasiada de boa educação.

E aí, minha amiga, eu falei. Aliás, acho que falei mais nesses últimos dias do que nos últimos anos. Coloquei pra fora muitas das milhares de coisas que deveria ter falado antes mas, por educação ou “bom senso”, evitei. Coloquei muitos pingos nos “is”,  estabeleci limites que antes não conseguia e aprendi a usar o meu não como um sim pra mim mesma.

E já que tudo em excesso faz mal, achei que faria bem não me defender tanto, não me proteger o tempo todo, e percebi que ficar vulnerável nos momentos certos não era tão ruim quanto eu imaginava, porque ninguém precisa ser só muralha. A gente pode, e deve, de vez em quando, ser frágil, ficar vulnerável, ser flor…

Ainda preciso visitar muitos espaços escondidos, olhar com cuidado pra alguns sentimentos, reconhecer que fui idiota uma porção de vezes, pedir desculpas, inclusive pra mim mesma, refazer uns roteiros e reorganizar alguns personagens nessa história, mas acho que tudo vai dar certo no final…

Vai, vai sim. Vai porque eu tô mais leve e mais feliz, porque tudo está mais claro e suave, porque o riso tá correndo solto, e porque, por hoje,  isso é tudo o que importa.

Beijos, Ju♥

O que você acha do JV?
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